O maior bem que podemos fazer pelas pessoas não é compartilhar as nossas riquezas com elas, mas mostrar-lhes suas próprias riquezas. – Zig Ziglar
A frase de Zig Ziglar toca no núcleo do que o Eneagrama realmente propõe: desenvolver o potencial escondido. Liderar, formar ou orientar alguém não é dar respostas, é ajudar a pessoa a reconhecer os seus padrões automáticos, os seus talentos naturais e, sobretudo, os seus mecanismos inconscientes que a limitam. O Eneagrama expõe as estratégias de sobrevivência que confundimos com identidade e, ao fazê-lo, devolve a cada pessoa, algo mais valioso do que conselhos: devolve-lhe consciência. E ter consciência gera escolha, gera decisão fundamentada.Quando alguém descobre o seu tipo, os seus centros dominantes e os seus instintos, deixa de operar apenas em piloto automático. Percebe onde sabota relações, onde restringe a criatividade, porque evita os conflitos ou a necessidade de procurar validação. Mas também dá a conhecer os recursos internos que sempre estiveram lá: capacidade de relacionamento com diferentes pessoas, visão estratégica, profundidade emocional, disciplina, inovação.
O Eneagrama é um mapa de expansão. Mostrar a alguém as suas próprias riquezas é ajudar a ir além do seu padrão limitador e permitir ir ao encontro do melhor de si.
É este o poder transformador de um líder.
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