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2017-01-10

Inovação: Como fazer? Que barreiras, que desafios?

Contribuir para a mudança é uma atividade que me deixa satisfeito. Desta vez, é na Mealhada, no Espaço Inovação, que estarei a partilhar a minha experiência na área da Inovação em empresas, ao lado da J. Prior, uma empresa que muito admiro, pelo seu percurso e pela cultura de inovação que tem implementado ao longo dos últimos anos. Esta cultura de rigor e inovação tem originado crescimentos assinaláveis a vários níveis, desde colaboradores, a número de clientes, passando por novas geografias e até na variedade de soluções que disponibiliza aos seus clientes. 
O que desejo para este seminário? Que no final, alguém possa beneficiar e sentir-se inspirado para fazer mais e melhor. Seja 1 pessoa ou 1000... seja 1 empresa ou 1000...
Deixo abaixo a informação do Espaço Inovação Mealhada sobre o primeiro de um ciclo de seminários.
"Todos os meses, no Espaço Inovação Mealhada, realizar-se-á um seminário com o objetivo de promover a informação e o debate sobre questões relevantes para a promoção da inovação no tecido empresarial local, do empreendedorismo e da economia local, entre outras.
Os encontros, que decorrerão na última quinta-feira de cada mês, contarão com diferentes oradores convidados e pretendem juntar empresas, empreendedores, associações empresariais e instituições da região em torno de questões com relevância para a região e para a comunidade.
A sessão inaugural, no dia 26 de janeiro, terá como subtema “Inovação: Como fazer? Que barreiras, que desafios?” e contará com a apresentação de um caso concreto de sucesso sobre como “Promover inovação numa empresa familiar”. Participam como oradores Pedro Paiva, auditor e consultor em Qualidade e Inovação, Ana Fonseca e Pedro Graça, ambos da empresa J. Prior, dos departamentos de Gestão de Qualidade e I&D e de Inovação, respetivamente.
As inscrições são gratuitas, embora limitadas ao número de lugares disponíveis, e podem ser efetuadas através do formulário on-line disponível através do seguinte  endereço: https://goo.gl/forms/xzXNbSrIPXE4zqwA3."

2013-03-10

Setores tradicionais em alta

Salsa: Push Up
Saiu uma notícia no JN a salientar o resultado atual de um grande trabalho que tem sido desenvolvido por vários atores nos últimos anos (Têxtil recupera e está no topo das exportações). Um resultado extraordinário e que vem mostrar que tem valido a pena a restruturação que tem sido feita em setores tradicionais. O setor têxtil é apenas um exemplo da necessidade que houve de restruturar uma estratégia de atuação fundamentada em baixos custos de mão-de-obra como fator crítico de sucesso. Atualmente, existem vários exemplos que comprovam que as empresas que trabalham a inovação e que se especializam em nichos específicos de mercado, associados ao aumento de percepção da qualidade dos têxteis portugueses e ao aumento da força da marca (branding) realizado por cada empresa, mas também de uma forma conjunta e organizada, fazem com que este setor, com cerimónias fúnebres marcadas para a década 90, tenha sobrevivido, dado a volta por cima e seja, atualmente, uma referência e um modelo para as demais indústrias portuguesas. Um exemplo claro da importância da Investigação, Desenvolvimento e Inovação e do marketing no sucesso das empresas. 
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Felizmente, há vários outros casos de sucesso, como o setor do calçado, a indústria conserveira, o setor dos vinhos entre outros, que têm demonstrado uma dinâmica bastante interessante e uma capacidade muito boa de dar a volta a áreas vistas, em determinados períodos, como pouco competitivas e com futuro negro. Ainda bem que têm conseguido dar a volta por cima. Espero que continuem a apostar na Inovação, pois este é o caminho que poderá dar maiores frutos. Alguns destes frutos são observáveis a curto prazo, e servem de motivação para continuar, o que será importante para consolidar resultados mais consistentes ao nível da inovação, ou seja, com reflexos financeiros. 
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Alguns artigos interessantes:
Têxteis e calçado: quem vai à frente na inovação e exportação?
Vinho sem alergias
Prémio no calçado português
O tradicional inovador

2013-03-04

Super Heróis da Virgin ou a Gestão segundo Richard Branson


Já todos conhecemos Sir Richard, o excêntrico e britânico criador de marcas e homem devoto da ação. Já falámos dele no post A Virgin do Richard Branson e em subir árvores para ultrapassar o medo! Foi revigorante reler o livro "A gestão segundo Richard Branson", que continua a ser uma referência no mundo do marketing e dos negócios. Ficam o resumo do livro com o que o autor do livro (Des Dearlove) identificou como sendo os 10 segredos do maior criador de mundial de marca:

01. Escolha alguém maior do que você.
02. Mantenha-se sempre na crista da onda.
03. Regateie, porque tudo é negociável.
04. Transforme o trabalho num divertimento.
05. Faça tudo pela sua marca.
06. Sorria para as câmaras.
07. Não lidere carneiros, recrute gatos.
08. Seja mais rápido que uma bala.
09. Saiba que o tamanho importa.
10. Nunca perca o bom senso.

Fiquem com este vídeo da virgin atlantic. Vale a pena ver os 2:01 minutos que dura.


2012-04-10

medo não, receio! ou preconceito?


Todos nós temos medo de alguma coisa. Não ter medo é do foro patológico e deverá ser alvo de análise clínica. Esse medo é muitas vezes, resultado de pré conceitos e da forma como nos moldam na infância, ou da forma como nos marcaram certos momentos na vida. Quando falamos de inovação, falamos de medos ou receios, dependendo do nosso estado de espírito, de ansiedade, comodismo, preconceitos e de empatia. É natural ter medo. Mas o esperado é ultrapassar os nossos medos. Há quem diga que esse é o verdadeiro significado de coragem! Claro que é muito mais fácil falar do que pôr em prática. Pôr em prática exige esforço e disciplina. Depois de ver o filme, é claro para mim qual seria a minha atuação. Academicamente falando! Porque na prática, e confrontado com uma situação destas, não faço ideia de como reagiria.



É caso para dizer: Arrisca miúdo! Vale a pena!
Ou como diria o poeta: "Tudo vale a pena, quando a alma não é pequena!

2011-11-18

Apple: Porque razão 1984 não foi como "1984"

A Apple é normalmente conhecida pela sua capacidade de inovação ao nível do produto ou do conceito.
Em 1984, numa final de Superbowl, um dos eventos mais mediáticos dos EUA, apresentou uma única vez a publicidade à marca, que foi realizado pelo alucinado e fantástico Riddley Scott, que aproveitou a genialidade de Orwell e da idealização do seu mundo em 1984.
Um filme publicitário de 60 segundos ousado e brutal, que não é fácil de descrever. Um filme que profetizou o que viria a ser a Apple. O melhor é ver a excelência da obra:



2011-11-11

pormenores do tamanho do sucesso! Compaq, uma questão de nomes!

A Compaq Computer Corporation dispensa apresentações. Empresa fundada em 1982 é actualmente uma marca global. Em 2002 houve a fusão da Compaq com a HP. Enquanto que a HP tem as letras iniciais do nome de família dos fundadores  (Bill Hewlett e David Packard), a Compaq tem outra história. São pormenores que, muitas vezes, fazem a diferença entre ter sucesso ou ser apenas mais um! Uma das questões que é muitas vezes deixada para 2.º plano (ou para 3.º) é o nome do produto/empresa/serviço. Devemos lembrar que o "naming" é uma decisão estratégica para uma marca.
O nome Compaq surgiu da união de 2 morfemas: Comp para computador e Paq para pequeno objecto integral. A empresa não ficou como Compod, apesar de ser posto em cima da mesa a possibilidade de ter o pod, para designar objecto pequeno. Outro pormenor foi a colocação do Q no final com o resultado que conhecemos e porque o q não é natural em inglês, o natural seria um K. A empresa que definiu o nome não encontrou qualquer palavra em inglês terminada em Q. Sendo uma palavra um pouco estranha em inglês, seria sempre mais recordada. Hoje, todos conhecemos a Compaq, e o seu nome não terá sido inócuo no sucesso da Compaq. Um processo de "naming" que deveria ser uma preocupação de todas as marcas, pois facilita o posicionamento e a notoriedade das mesmas.
A Compaq, mais do que um nome, criou uma marca! E o sucesso tornou-se mais fácil!

2011-05-12

A marca Apple

Steve Jobs transpira Inovação. Se há quem tenha o seu nome associado a inovação, Steve Jobs é uma dessas pessoas. Essa inovação é complementada por uma marca muito forte, que suporta a sua política de comunicação. Agora, transformou-se na marca mais poderosa do mundo: A marca!