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2026-02-07

Tempos de Crise como alerta da necessidade de Pensar e Planear o Futuro

 


Tempos de Crise como Alerta da Necessidade de Pensar e Planear o Futuro

As cheias que afetam Portugal, com impactos profundos em infraestruturas, empresas e comunidades, não são acontecimentos isolados. Resultam, em muitos casos, de fenómenos atmosféricos persistentes, como os chamados comboios de tempestade — sistemas sucessivos de frentes meteorológicas que atingem as mesmas regiões durante vários dias, saturando solos, pressionando redes de drenagem e expondo fragilidades estruturais acumuladas ao longo do tempo.

O problema, mais do que meteorológico, é estratégico.

Eventos extremos estão a tornar-se mais frequentes e mais intensos. O que antes era exceção tende a aproximar-se da normalidade estatística. Quando isso acontece, a a necessidade passa a ser estrutural. Mais do que reagir a um evento, trata-se de avaliar se o modelo de planeamento, investimento e organização, preparando a comunidade para contextos de maior instabilidade.

Crises funcionam como testes de stress. Revelam dependências críticas, falhas de coordenação, ausência de redundâncias e insuficiências de planeamento. Mais do que criar vulnerabilidades, expõem-nas.

A pandemia de COVID-19 foi um desses momentos de exposição sistémica. Organizações de saúde, empresas e instituições públicas foram confrontadas com a necessidade urgente de decidir sob incerteza elevada. Algumas limitaram-se a reagir. Outras utilizaram a crise como oportunidade para clarificar missão, rever processos e estruturar decisões com base em análise estratégica.

Foi neste contexto que se desenvolveu uma análise estratégica a duas farmácias, uma rural e outra urbana, utilizando a metodologia SWOT como instrumento de diagnóstico e decisão. O exercício não teve como propósito apenas responder à crise pandémica. Teve como objetivo mais ambicioso exercitar o pensamento estratégico em ambiente adverso — exatamente o tipo de capacidade que se revela decisiva quando fenómenos extremos, como as atuais cheias e tempestades, desafiam a robustez das estruturas existentes.

Se as crises se tornam mais frequentes pensar e planear o futuro deixa de ser opção académica ou exercício teórico. Torna-se um requisito de sobrevivência.

É sob este enquadramento que se apresenta o estudo realizado, procurando demonstrar que a disciplina do pensamento estratégico, aplicada a organizações concretas em contexto de pandemia, oferece lições relevantes para qualquer sistema que pretenda resistir — e não apenas reagir — a cenários de crescente instabilidade.

Pensar o Futuro em Tempos de Crise: Análise Estratégica a Duas Farmácias em Contexto de Pandemia

Em plena crise provocada pela pandemia de COVID-19, quando a incerteza dominava os sistemas de saúde, as cadeias de abastecimento e o comportamento dos consumidores, foi desenvolvido um trabalho de análise estratégica a duas farmácias portuguesas: uma localizada em meio rural e outra em contexto urbano. O objetivo foi claro e exigente: exercitar o pensamento estratégico em ambiente de elevada turbulência, utilizando a metodologia SWOT como instrumento estruturante de reflexão e decisão.

O estudo deu origem a um artigo científico assinado por Catarina Paiva, Pedro Paiva e João Rui Pita, no qual se sistematizou o processo de diagnóstico estratégico, a definição de caminhos para que cada farmácia cumprisse a sua missão e a comparação entre as opções estratégicas adotadas em função do seu contexto específico.

Contexto: Crise, Incerteza e Necessidade de Clareza Estratégica

A pandemia da COVID-19 representou um choque sistémico. Para as farmácias comunitárias, significou simultaneamente: aumento da procura por determinados produtos (máscaras, desinfetantes, testes); ruturas frequentes nas cadeias de fornecimento; reconfiguração do fluxo de utentes; exposição acrescida ao risco sanitário; pressão emocional sobre as equipas.

Neste contexto, tornou-se imperativo pensar estrategicamente: clarificar prioridades, identificar vulnerabilidades, explorar oportunidades emergentes e alinhar decisões com a missão.

A Metodologia: Análise SWOT como Ferramenta de Pensamento Estratégico

A ferramenta escolhida foi a análise SWOT (Strengths, Weaknesses, Opportunities, Threats), aplicada de forma rigorosa e participada pelas equipas de gestão.

A análise incidiu sobre quatro dimensões:

Forças – competências internas, reputação, localização, equipa, cultura organizacional;

Fraquezas – dependências críticas, limitações estruturais, fragilidades de processos;

Oportunidades – novas necessidades da comunidade, serviços diferenciadores, digitalização;

Ameaças – instabilidade regulatória, concorrência, incerteza epidemiológica, disrupções logísticas.

O exercício foi para além do diagnóstico descritivo. A análise foi orientada para a decisão estratégica, traduzindo-se em opções concretas para cada farmácia.

A Farmácia Rural: Proximidade como Vantagem Estratégica

Na farmácia situada em meio rural, a análise revelou como principal força a relação de proximidade com a comunidade. A farmácia desempenhava um papel social central, muitas vezes substituindo ou complementando serviços de saúde menos acessíveis.

Principais vetores estratégicos identificados:

  • Reforço da função de apoio clínico e aconselhamento personalizado;
  • Consolidação da confiança comunitária como ativo estratégico;
  • Gestão criteriosa de stocks face à maior vulnerabilidade logística;
  • Aposta na continuidade de cuidados e na presença ativa junto da população envelhecida.

O impacto da COVID-19 acentuou o papel da farmácia como infraestrutura essencial de proximidade. A estratégia centrou-se na estabilidade, resiliência e manutenção da confiança.

A Farmácia Urbana: Diferenciação e Complexidade Operacional

Na farmácia urbana, o contexto era distinto: maior concorrência, maior densidade populacional e maior exposição a variações abruptas de procura.

A análise SWOT evidenciou:

  • Necessidade de gestão mais sofisticada de fluxos e processos;
  • Oportunidade de diversificação de serviços;
  • Maior pressão competitiva;
  • Potencial para inovação organizacional e tecnológica.

Principais orientações estratégicas:

  • Reorganização operacional para garantir segurança e eficiência;
  • Integração de serviços diferenciadores;
  • Exploração de canais digitais e novas formas de contacto com utentes;
  • Reforço da proposta de valor em ambiente competitivo.

A pandemia funcionou como catalisador de transformação, acelerando decisões que, em contexto estável, poderiam ter sido adiadas.

Comparação Estratégica: Missão Comum, Caminhos Diferentes (Ver Infográfico)

Ambas as farmácias partilhavam uma missão comum: servir a comunidade com competência técnica, ética profissional e proximidade humana. Contudo, o contexto originou estratégias distintas.

O estudo demonstrou que a estratégia não é um modelo universal replicável. É uma construção que depende do contexto, recursos, posicionamento e ecossistema envolvente.

Liderança em Tempos de Crise

Este trabalho só foi possível graças a uma enorme disponibilidade e abertura da gestão de topo das duas farmácias envolvidas: Rui Baptista, Alda Baptista, Rosa Cerveira e João Pires. Em tempos de crise, a liderança revela-se não apenas na tomada de decisão, mas na capacidade de aprender e partilhar conhecimento.

Impacto Científico e Pedagógico

O artigo científico resultante constituiu um contributo relevante para a compreensão da gestão estratégica em farmácias comunitárias em contexto de crise sanitária.

Hoje, numa nova época marcada por instabilidade económica, geopolítica e social, este caso foi utilizado como exemplo pedagógico em programas de Pós-Graduação e permite aos alunos:

  • Compreender o conceito de análise SWOT de forma aplicada;
  • Perceber a diferença entre diagnóstico e decisão estratégica;
  • Identificar como o contexto molda a estratégia;
  • Reconhecer o papel da liderança em situações de incerteza.

Este projeto demonstrou que o pensamento estratégico não é um acessório reservado a tempos de estabilidade. É precisamente em momentos de crise que se torna mais necessário.

Conclusão

A pandemia de COVID-19 foi um teste à resiliência das organizações de saúde. O estudo mostrou que, mesmo sob pressão extrema, é possível parar, pensar e decidir estrategicamente.

A análise SWOT revelou-se não apenas uma ferramenta de diagnóstico, mas um instrumento de clarificação de identidade e de orientação para o futuro.

Num mundo onde a crise parece tornar-se condição permanente, a verdadeira vantagem competitiva pode residir menos nos recursos e mais na capacidade de pensar estrategicamente quando tudo à volta é incerteza.

Se as crises se tornam mais frequentes, e os incêndios, as cheias, as tempestades são mais frequentes e mais intensas, pensar e planear o futuro não pode ser opção académica ou exercício teórico. É um factor critico de sobrevivência.

Para ver o artigo original, podem ver o link: https://actafarmaceuticaportuguesa.com/index.php/afp/article/view/361/274


Bom Caminho!






2023-03-07

Humanitas * A arte de Gerir Eficazmente os Conflitos

É o segundo ano que me convidam a dar formação sobre temas de liderança e comportamentais na Humanitas. A Humanitas* tem um papel essencial na nossa sociedade, assegurando o bem-estar e a integração de pessoas especiais. As pessoas que trabalham, colaboram, cooperam com a Humanitas têm uma missão muito especial e muito importante, nem sempre devidamente reconhecida.

São igualmente contextos exigentes em que é frequente a escassez de pessoas e recursos necessários para as reais necessidades.

Por isso, fiquei imensamente contente por poder contribuir, mesmo que de forma ínfima, para a melhoria da vida destas pessoas.

Eu creio ter sido convidado por trabalhar um tema muito apelativo e importante na generalidade das organizações, a "Gestão Eficaz dos Conflitos". Quero acreditar que o sucesso do curso do ano passado, também tenha ajudado a cativar as pessoas para esta sessão:


O ano passado, o tema foi sobre "Resolução Criativa de Problemas" e foi uma temática que provocou imensa reflexão e entusiasmo.  

Este ano, cerca de sessenta pessoas refletiram e debateram entusiasticamente os conflitos e algumas estratégias para os resolver.

É muito compensador ver a vontade que as pessoas têm de saber mais sobre o tema e como participam, apesar da sensibilidade do tema.

No final, ficou claro que as pessoas gostaram bastante e, pelo menos algumas pessoas, manifestaram vontade de por em prática algumas das estratégias que foram apresentadas.

Votos para que ajude a criar culturas de colaboração e contribua para o bom ambiente nas várias instituições.

Que nos encontremos em breve e Vida Longa e Próspera!

"Fundada a três de Setembro de dois mil e um, com sede em Lisboa, na Praça de Londres nº 9 - 4º Esq, a HUMANITAS é uma Federação constituída por Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) que desenvolvem a sua acção no âmbito da habilitação e integração da Pessoa com Deficiência Intelectual.Representa cerca de 10.000 pessoas com Deficiência Intelectual, apoiadas por 40 Instituições, abrangendo todo o território nacional."

*Fonte: site: Humanitas consultado a 07/03/2023



2020-03-25

Quem tem medo do Corona Vírus? Ou a importância de planear o futuro, hoje!


Foto de Elijah Hiett no Unsplash

Quem tem medo da COVID-19?
O que fazer para preparar o futuro?
Já houve outras crises?
Qual é o melhor momento para planear o pós-crise pandémica?
Ler mais abaixo...

2018-11-19

Gestão do conhecimento * aspetos positivos e negativos


A gestão do conhecimento é fundamental nas organizações.
Como em qualquer área, há aspetos positivos e dificuldades e obstáculos associados à implementação de um sistema de gestão do conhecimento (SGC).
Numa sessão recente em que a GC foi tema abordado, verificou-se que, apesar dos aspetos positivos decorrentes da GC, que são importantíssimos na sustentabilidade da maioria das organizações (para não dizer em todas), há dificuldades de ordem prática que impedem uma eficaz e continuada aplicação de métodos de gestão da GC.
Na prática, e com base no trabalho de gestores que sentem na pele os benefícios e as dificuldades da gestão do conhecimento, ficam abaixo alguns aspetos positivos e outros negativos, que são sentidos no dia a dia por quem gere as empresas.

Dificuldades/obstáculos:
  • Disponibilidade dos responsáveis para definir as metodologias.
  • Resistência à mudança.
  • Falta de "duplicados" para a partilha.
  • Génese humana
  • Auto-avaliação dos RH da empresa
  • Conflitos de interesse
  • Confidencialidade
  • Falta de apoio dos gestores
  • Registo das atividades poderá não ser prioritária
  • Individualismo
  • Forma de ser da pessoa que não passa conhecimento
  • Sistemas de Informação
  • Tempo
  • Envolvimento de todos os colaboradores
  • Registo e tratamento do conhecimento organizacional
  • Tempo e disponibilidade de meios para organizar a gestão do conhecimento na organização
Aspetos positivos/benefícios:
  • Reduzir dependência de indivíduos
  • Uniformizar a base de conhecimento
  • Implementar as melhores práticas
  • Avaliar necessidades de formação
  • Avaliar o estado do conhecimento
  • Necessidade de recursos humanos
  • Garantir financiamento para I&D
  • Garantir transferência de conhecimento para produtos
  • Garantir áreas estratégicas para I&D
  • Garantir rendimentos pela venda de propriedade intelectual.
  • Não repetir erros do passado
  • Ter disponível o Know-how de experiências passadas dentro da organização
  • É um activo
  • É o segredo do negócio
  • Evita riscos/perdas
  • Estruturar por área.
Todos estes itens devem ser trabalhados ao longo dos tempos, nas organizações. Não basta estalar os dedos e esperar que a GC seja uma realidade. Aliás, temo que a GC nunca seja uma realidade por terminada, mas seja permanentemente um processo em curso.
O facto de serem gestores de empresas a partilharem a sua perceção, permite ir além da teoria e identificar alguns aspetos que podem e devem ser trabalhados.
O conhecimento de uma organização tem impacto na competitividade da empresa e no bem estar dos seus colaboradores. Assim, é fundamental que esta área de gestão seja tida em consideração, tanto nas reflexões estratégicas, como na ação diária, através da implementação de pequenas iniciativas que podem mudar e tornar a cultura das organizações mais sensíveis e atentas à gestão do conhecimento. Podemos ter duas abordagens distintas: a reengenharia global e radical dos processos e a melhoria incremental dos processos na GC. Qualquer uma das abordagens tem vantagens e desvantagens.
Assim, independentemente da abordagem que se tenha (reengenharia radical ou melhoria incremental dos processos), é fundamental recordar que, em ambos os casos, muitas pequenas ações podem mudar uma empresa e ultrapassar uma inércia natural e, muitas vezes aceite, na gestão das empresas e no seu processo rumo a maior sustentabilidade.
Assim, comece a refletir, determinar e implementar várias pequenas ações. Estas poderão ter um impacto surpreendente na GC da sua organização.

2018-09-29

Viagens ao mundo da formação * Antes do Verão de 2018

Viagens ao mundo da formação * Janeiro a Julho de 2018

As viagens de 2018, até ao final de Julho, ao mundo da formação, foram diversificadas em clientes: 

* CaisPharma 
* A. Silva Matos 
* Serviços de Ação Social da Universidade do Porto 
* SEW Eurodrive 
* Repaveiro 
* Orfeon Académico de Coimbra  
* Grande Hotel do Luso 
* RedeRia Innovation
* ETMA Metal Parts - Empresa Técnica de Metalurgia 
* UTAD - Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro 
* Decriativos 
* GlobalWines (Quinta do Cabriz) 
* Quitérios 
* Forum Internacional da Felicidade 
* Centro de Medicina de Reabilitação da Região Centro - Rovisco Pais 
* EST - Empresa de Serviços Técnicos

Com e através de várias organizações:
* EuroFirms 
* Mentores e Tutores 
* CFBB - Centro de Formação Bissaya Barreto 
* Digitalwind 
* IFDEP - Instituto para o Fomento e Desenvolvimento do Empreendedorismo 
* EPVL - Escola Profissional Vasconcelos Lebre 
* CINEP - Centro de Inovação e Estudo da Pedagogia do Ensino Superior 
* Multiplus - Consultores de Gestão 
* AIDA - Associação Industrial do Distrito de Aveiro
* Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade de Coimbra
* Coimbra Business School/ISCAC

Em diferentes temas e áreas de atuação:
* uebe.Q: software para sistemas de gestão da qualidade, ambiente, segurança, Inovação, …
* Sistema de Gestão de Investigação, Desenvolvimento e Inovação
* Workshops sobre Ferramentas de Criatividade e Inovação.
* Sistemas de Gestão da Qualidade.
* Auditorias da Qualidade.
* Satisfação dos clientes.
* Liderança. 
* Gestão de Equipas.
* O Eneagrama e o autoconhecimento (para líderes, gestão de equipas, relacionamentos,...).
* Relacionamentos interpessoais e comportamentais (Gestão de Conflitos, Assertividade, Motivação).
* Técnicas de comunicação em público e mano-a-mano.

E assim foi 2018, antes das férias de verão, no que respeita a formações e acções similares. Ainda há um conjunto complementar de trabalhos relacionados com consultoria e auditorias. Mas estes projetos são contas de outro rosário. 

A todos, o muito obrigado. Sempre que vou partilhar conhecimentos e experiências, recebo muito em troca. Os ensinamentos em cada projeto são enormes e tenho tido a sorte de apanhar só grupos muito bons. Parece que alguém escolhe a dedo as pessoas que vão pertencer a esses grupos. Seja quem for que faça essa seleção, muito obrigado! É fantástico o envolvimento de todos nas sessões. 

Contactem-me para informações nestas áreas.
Contactem-me para manifestar o vosso testemunho sobre as formações.
Contactem-me para proporem desafios para novas formações. A semana passada fui desafiado pelo Luís Moutinho da Docealhada e pelo Nuno Trindade (criativo na área da imagem - foto e vídeo) para voltarmos a fazer um workshop de brainstorming (segundo as suas palavras, estão com saudades do workshop que fizemos há 1 ano). Já está a ser preparado.

Vejam o exemplo e a experiência de uma das últimas formações que dada neste período: Quinta do Cabriz.
Partilho convosco novos desafios que estão a acontecer neste segundo semestre de 2018:  Formação on-line (Cabo Verde) e a docência de disciplinas em Pós-Graduações, na Coimbra Business School. 
Os meus contactos são para serem usados:
Telefone: 966.353.017

Até breve

2017-07-20

Viagens ao mundo da formação * Junho de 2017

As viagens de junho ao mundo da formação, foram assim: 

* A. Silva Matos * Ramirez * Serviços de Ação Social da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro * uebe.Q: software para sistemas de gestão da qualidade, ambiente, segurança, EMM’s, Inovação, …

* Quitérios * Sistema de Gestão de Investigação, Desenvolvimento e Inovação

* Quitérios * Workshops sobre Ferramentas de Criatividade e Inovação.


Uebe.Q: software para gerir os sistemas de gestão da qualidade, ambiente, segurança no trabalho, inovação, EMM’s, … * A. Silva Matos; Ramirez; Serviços de Ação Social da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro

Continuamos o processo de formação neste sistema tão útil para facilitar e apoiar os sistemas de gestão. Em parceria com a Digitalwind, o trabalho de desmaterialização destes sistemas continua, com inúmeras vantagens sentidas desde cedo pelos utilizadores. A formação continua na A. Silva Matos (empresa industrial na área da energia), na Ramirez (empresa centenária na área das conservas) e nos Serviços de Ação Social da UTAD.

Obrigado, Digitalwind! Obrigado, Ramirez! Obrigado, A. Silva Matos! Obrigado SAS UTAD!


Quitérios * AIDA * Sistemas de Gestão de Investigação, Desenvolvimento e Inovação

Um SGIDI deverá promover o originar de inovação de uma forma planeada e sistemática. Esta sistematização da inovação é um contributo relevante para a melhoria do desempenho das organizações no que concerne à criação de conhecimento e na sua transformação em riqueza económica e social.

Num projecto que envolve, simultaneamente, consultoria e formação, a participação ativa e empenhada da Gestão de Topo é o garante de um projecto de sucesso.

Obrigado, Quitérios! Obrigado AIDA!


Quitérios * AIDA * Workshops em ferramentas da Criatividade e Inovação

A promoção da Criatividade e da Inovação empresarial é grandemente potenciada pela utilização de ferramentas de gestão. Em Junho, realizamos o primeiro de vários workshops que nos proporcionarão ferramentas muito úteis na resolução de problemas e na geração de ideias criativas para as organizações. Este projecto inclui vários workshops até ao final do ano, com a apresentação de várias ferramentas e o trabalho de situações reais através destas ferramentas.

Mais uma vez, a presença da gestão de topo é importante e passa mensagens importantes para toda a organização, sobre a importância desta área numa empresa que se tem empenhado em ser inovadora, e tem obtido bons resultados.

Obrigado, Quitérios! Obrigado AIDA!


E assim foi Junho, no que respeita a formações e acções similares. Caso pretendam mais informações sobre qualquer uma destas áreas, disponham. (pmcpaiva@gmail.com)

2017-07-17

Viagens ao mundo da formação * Maio de 2017

As viagens de maio ao mundo da formação, foram assim: 

* XLM – Inovação e Tecnologia * Eneagrama

* A. Silva Matos * Ramirez * Digitalwind * uebe.Q: software para sistemas de gestão da qualidade, ambiente, segurança, EMM’s, Inovação, …

* Quitérios * AIDA * Sistema de Gestão de Investigação, Desenvolvimento e Inovação

* Centro de Formação Bissaya Barreto * Liderança e Gestão de Equipas


XLM * Na vanguarda da Gestão de Pessoas

Porque é usado o eneagrama em grandes organizações de reconhecido valor como a NASA, VISA, Apple, Coca-Cola, IBM, GM, entre muitas outras que se disponibilizaram a confirmar em público as vantagens de usar esta metodologia? Afinal, o que é o eneagrama?

O eneagrama é um sistema de autoconhecimento e, simultaneamente, conhecimento do ser humano, com benefícios diversos na vida pessoal e profissional. Promove a compreensão das forças motivadoras de cada pessoa e as causas dos comportamentos de cada um e daqueles com quem se relaciona, melhorando o trabalho em equipa.

O aprofundamento do conhecimento do Eneagrama, continuou na XLM, com vista a uma maior compreensão das pessoas que constituem a empresa e, consequentemente, com benefícios no trabalho em equipa.

Obrigado, XLM!


Uebe.Q: software para gerir os sistemas de gestão da qualidade, ambiente, segurança no trabalho, inovação, EMM’s, … * A. Silva Matos; Ramirez

Continuamos o processo de formação neste sistema tão útil para facilitar e apoiar os sistemas de gestão. Em parceria com a Digitalwind, o trabalho de desmaterialização destes sistemas continua, com inúmeras vantagens sentidas desde cedo pelos utilizadores. A formação continua na A. Silva Matos (empresa industrial na área da energia), na Ramirez (empresa centenária na área das conservas).

Obrigado, Digitalwind! Obrigado, Ramirez! Obrigado, A. Silva Matos.


Liderança e Gestão de Equipas * Hotel 4 estrelas de referência

Continua a formação em Liderança e Gestão de Equipas…

“Liderar não é impor; liderar ´despertar nos outros a vontade de fazer!” Este é um princípio base dos meus cursos de liderança e gestão de equipas. E se alguns defendem que o líder nasce, eu tenho a convicção plena de que os lideres se constroem. Se algumas pessoas têm características inatas que facilitam o exercício da liderança, com treino e prática, todos podemos ser bons líderes e inspirar as pessoas que em nós confiam em ser melhores pessoas, melhores profissionais e a alcançar o que mais desejam na vida. Neste Hotel, estamos a trabalhar para o sucesso das pessoas, das equipas, da organização.

Obrigado, Centro de Formação Bissaya Barreto!

Quitérios * AIDA * Sistemas de Gestão de Investigação, Desenvolvimento e Inovação

Um SGIDI deverá promover o originar de inovação de uma forma planeada e sistemática. Esta sistematização da inovação é um contributo relevante para a melhoria do desempenho das organizações no que concerne à criação de conhecimento e na sua transformação em riqueza económica e social.
Num projecto que envolve, simultaneamente, consultoria e formação, a participação ativa e empenhada da Gestão de Topo é o garante de um projecto de sucesso.

Obrigado, Quitérios! Obrigado AIDA!


E assim foi Maio, no que respeita a formações e acções similares. Caso pretendam mais informações sobre qualquer uma destas áreas, disponham (pmcpaiva@gmail.com).

2017-01-19

Coimbra Business School/ISCAC * Passos Simples de Grande Impacto



Na Escola de Gestão de Coimbra/ISCAC, vamos realizar uma ação composta por 5 workshops que abordam aspectos que são relevantes, tanto na vida pessoal como na vida profissional.

Com alguns passos simples podemos conduzir uma transformação nas nossas vidas que nos permite estar de forma mais simples e tranquila. Ajuda-nos a identificar o nosso sentido de vida e a estarmos focados no que é importante para a nossa missão… na vida, numa empresa, em qualquer organização. Desta forma:

No 1.º workshop vamos trabalhar uma metodologia para identificar, definir e alcançar os nossos objectivos.

No 2.º Workshop, vamos trabalhar o método do brainstorming, que poderá ser utilizado pessoal ou profissionalmente, e nos permite criar ideias diferentes!

No 3.º Workshop, vamos trabalhar um método muito visual de analisar e pôr em prática de forma dinâmica a estratégia de organizações, ideias, conceitos ou projetos.

No 4.º Workshop vamos analisar os mapas mentais e perceber de que forma os podemos colocar ao nosso serviço, para reter, analisar e organizar informação, que nos chega em quantidades enormes.

No 5.º Workshop vamos falar sobre a nossa postura perante a vida e quais são as ferramentas que temos ao nosso alcance para olharmos para a vida, para a profissão, para a sorte, para o destino, de forma mais optimista. E fazer com que o nosso futuro seja melhor.

Informações e inscrições em:
e-mail: bs@iscac.pt
tel: 239.802.187

2016-12-05

ISO 9001:2015 Transição Suave e Eficaz!


“Não há progresso sem mudança. E quem não se consegue mudar a si mesmo, não consegue mudar nada”  
Bernard Shaw


Muitas organizações já iniciaram o processo de transição para a ISO 9001:2015. Se ainda não começou, 2017 é o ano para realizar o processo de transição. Para assegurar um processo de transição suave e eficaz, comece já a planear a transição. Não deixe para o fim.

Planeie já!

Quais os benefícios trazidos pela nova norma?
Há vários benefícios nesta nova norma. Eu destaco aqueles que me parecem ter um maior impacto nos resultados e na gestão das organizações: 
  1. A necessidade de planificar ações de forma muito clara, que nos digam como vamos cumprir com os as metas que nos propomos alcançar.
  2. A necessidade de pensar, planear e gerir a gestão do conhecimento da organização, o que dá uma consciência mais profunda dos fatores que nos fazem realmente ter sucesso.
  3. A necessidade de ter maior consciência dos riscos e de planear e executar métodos e respetivas ações que nos permitam eliminar ou minorar os riscos de negócio. 
  4. A necessária inovação organizacional, para responder a mudanças de paradigma na abordagem a alguns aspetos, muitas vezes "camuflados" nas atividades do dia a dia.

A ISO 9001 é a norma mais disseminada em sistemas de gestão. Existem mais de 1,1 milhões de empresas certificadas por esta norma. O processo periódico de revisão iniciou em 2012 e teve um marco importante com a publicação da nova versão, em Setembro de 2015. Agora, e até Setembro de 2018, as empresas têm oportunidade de incluir esta mudança na sua organização, respondendo aos novos desafios incluídos nesta nova versão.

Os processos de mudança implicam trabalho acrescido. Se o nosso SGQ não está a funcionar bem, a mudança é uma oportunidade para rever e melhorar o actual. No entanto, se temos um sistema de gestão da qualidade (SGQ) a funcionar bem, para quê mudar? Se não mudarmos, seremos ultrapassados por outros, que poderão passar a ser a preferência dos nossos clientes. Nesse sentido, é importante termos a consciência que aspectos como a gestão do risco ou o conhecimento organizacional, requeridos de forma explícita por esta nova versão, são fundamentais para assegurar a nossa competitividade no mercado e a nossa capacidade de oferecer boas soluções aos nossos clientes, decorrentes de uma organização da empresa e de uma confiança que decorre da implementação de um SGQ e da sua certificação.

E quando devemos começar a mudança? A resposta é variada, dependendo de vários factores que a empresa deverá analisar. No entanto, se quer uma transição suave, tranquila e eficaz, deve começar hoje o processo de transição. Caso não seja possível, defina uma data para iniciar e para encerrar o processo e comece a criar as condições para o processo de transição. A sua organização, as suas equipas, as suas pessoas e os seus clientes irão agradecer!

A metodologia que seguimos é simples e flexível.

1) Diagnosticar o actual estado do sistema e a sua conformidade relativamente à ISO 9001:2015.

2) Formar colaboradores da empresa para conhecerem as os novos requisitos da nova versão, as alterações mais significativas e o impacto que que estas poderão ter na empresa.

3) Elaborar Plano de Ação para implementar as actividades que poderão assegurar a conformidade com a ISO 9001:2015.

4) Implementar acções definidas e avaliar a sua eficácia.

5) Acompanhar projecto Apresentação à gestão de topo o estado do projecto e dos aspectos críticos para o sucesso do mesmo.

6) Verificar conformidade da ISO 9001:2015, através da análise dos pontos a alterar no sistema e realização de auditoria interna para verificar a conformidade com a ISO 9001:2015

O processo de transição deve envolver os vários intervenientes da organização, nas etapas em que a sua presença é relevante, de forma a envolver o maior número de pessoas que for possível, assegurando a transição efectiva e consolidada por toda a organização.

"Sozinhos vamos mais rápido! Juntos vamos mais longe!" 
Provérbio Africano