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2025-02-05

Ser Criativo: Uma viagem com o Eneagrama

Desperta o Teu Potencial Criativo com o Eneagrama!

Sentes que há dezenas de ideias incríveis, mas algo te bloqueia? Ou que tens dificuldades em ter ideias? Ou que a tua criatividade flui melhor em certos momentos, mas não sabes por quê?

Nesta Tertúlia sobre Criatividade e Eneagrama, organizada pelo IESh, foram abordados estes temas e apresentadas abordagens criativas por cada tipo do Eneagrama! A conversa incidiu sobre os diferentes tipos do Eneagrama e a sua abordagem à criatividade, tanto os aspetos que beneficiam a criatividade, como os aspetos que a bloqueiam. Ainda conversamos sobre algumas ações a desenvolver que poderão contribuir a desbloquear a criatividade de cada tipo.

Exploramos:
✅ Como o teu tipo de personalidade influencia a tua forma de criar; e
✅ Estratégias para desbloquear a tua criatividade natural.

Foi uma tertúlia incrível, com a participação, o testemunho e o debate de várias pessoas.

Conhece o Eneagrama

Conhece o Eneagrama para te conheceres a ti mesmo.
Conhece o Eneagrama para conheceres quem te rodeia.

Se conheces o eneagrama, aprofunda e trabalha-o de forma continuada.
Se não conheces, investiga, pois podes estar a perder algo importante para ti.
Se precisares, contacta-me, que eu dou-te informações para começares ou continuares o processo.


Bom caminho!

2012-05-21

criar oportunidades em tempo de crise: Sony!


A crise
As crises são sempre complicadas. São momentos que comportam dificuldades, exigem sacrifícios e capacidade de resistência. O engenho e arte, com uma pontinha de sorte também podem ser importantes. Agora, imaginemos um cenário de crise de fim de guerra. Provavelmente seria mais complicado. Mesmo assim, há quem consiga ultrapassar as crises. Sem ser, necessariamente, um extra-terrestre. 
Um vendedor em dificuldades
Esta é a história de Komashio, um vendedor japonês que, no final da 2.ª guerra mundial, se propôs vender produtos eletrónicos japoneses na Europa. A conjuntura não era favorável, pois a perceção que existia sobre os produtos japoneses na área da eletrónica era má. A função de vendedor não era bem vista. A insistência dos vendedores fazia com que tivessem uma imagem negativa. Para acrescentar dificuldades, o Japão era, ao lado da Alemanha e da Itália, considerado um dos responsáveis pelo sofrimento e privações existentes na época. Mas se a Europa estava mal, o Japão estava completamente destroçado. Assim, Komashio andava de porta em porta a tentar mostrar as virtudes dos seus produtos. Reza a história que em Hamburgo, numa loja de pianos, depois de o proprietário lhe ter dito que a sua loja só vendia produtos de qualidade e blá, blá, blá… que Komashio lhe propôs pagar para poder ter os seus rádios expostos. O proprietário, deixou de ver qualquer motivo para não expor os produtos na sua loja. Komashio sabia que se não vendesse aqui produtos, teria que voltar ao seu país com a missão fracassada e com a honra posta em causa. Komashio observou os transeuntes e verificou que os seus aparelhos não captavam a atenção. Mas era natural. Ninguém conhecia aquela marca e os rádios eram banais.
Arte e engenho
Pensou demoradamente sobre a forma como poderia dar a volta à situação. O dinheiro que tinha, não dava para mandar cantar um cego, portanto propaganda ou material de comunicação estavam fora de questão. Foi então que avistou um grupo de estudantes que vinha em grande alarido pela rua. Se a necessidade faz o engenho, este vendedor teve uma ideia engenhosa: resolveu fazer uma demonstração dos seus aparelhos a esta trupe. Depois de expor as virtudes dos seus rádios e da sua potência, perguntou-lhes se os aparelhos os tinham agradado. Houve uns quantos que responderam que sim. Questionou se estariam dispostos a promovê-los em troca de uma compensação, ao que responderam afirmativamente, como seria de esperar. Já se sabe que a maioria dos estudantes tem dificuldades financeiras pelo que um reforço na mesada é sempre bem-vindo, seja depois da grande guerra, nos anos 80 ou atualmente. Komashio pediu-lhes que, à vez, fossem à loja de pianos e pedissem para experimentar os rádios. Deviam experimentá-los, tecer elogios à sua portabilidade e qualidade do som e comprar. Depois deveria entrega-los a Komashio.
Sucesso
Claro que a atitude do proprietário da loja, quando recebeu de novo Komashio, foi radicalmente diferente. Encomendou mais rádios pois estava satisfeito com a recetividade aos aparelhos. Este método foi utilizado para entrar em várias cidades da Alemanha e vários países da Europa. Hoje, esta empresa é conhecida mundialmente e chama-se Sony.


Outras histórias:
Nespresso: what else?
A invenção da batata frita
eastgate Harare
vazio de ideias ou síndrome de John Lennon da Silva

2012-05-03

Crianças aprendem medos




Um estudo publicado na revista “Current Directions in Psychological Science”, diz-nos que as crianças aprendem medos cedo e rapidamente.

Para o estudo, os investigadores mostraram dois vídeos simultaneamente a crianças com apenas sete meses. Um vídeo mostrava uma cobra e algo não-ameaçador, como um elefante. Ao mesmo tempo, as crianças ouviram uma gravação de uma voz feliz ou com medo.

Verificaram que os bebés passaram mais tempo a prestar atenção ao vídeo da cobra quando ouviam a voz com medo, mas não mostraram sinais de receio. Noutra experiência, foi mostrado a crianças de três anos uma tela com nove fotografias e foi-lhes pedido que seleccionassem uma delas.

As crianças identificaram as serpentes mais rapidamente do que as flores e muito mais rápido do que outros animais que se assemelham a cobras, como sapos e lagartos. As crianças que temiam as cobras identificavam-nas tão rapidamente como as crianças que não tinha esse medo.

“O que sugerimos é que temos preconceitos para detetar coisas como cobras e aranhas de forma rápida e para relacioná-las com coisas que são repugnantes ou más, como uma voz assustada", comentou, numa nota enviada à imprensa, a investigadora Vanessa LoBue, da Rutgers University, nos EUA.

Segundo a especialista, estudos anteriores mostraram que os adultos reconhecem rapidamente a diferença entre as criaturas assustadoras e as que não são tão ameaçadoras. O novo estudo confirmou que as crianças fazem o mesmo, mas é uma resposta aprendida e não inata.

2012-04-19

Recursos Humanos: as palavras contam!


As a name, “HR” has one thing going for it: It’s better than “Personnel.”
I want a new title!
How about Talent Department?
How about Center of Talent Excellence?
How about Seriously Cool People Who Recruit and Develop ...Seriously Cool People?
Words matter!
Tom Peters
Claro que importam! As palavras são importantes!
Gosto de Direção de Talentos! Talvez também Direção de Génios! Ou ainda Coordenação de Competências! Gestão de Mentes Maravilha! Sem esquecer a equipa e trabalho em conjunto: 1+1=100; ou Direção da Felicidade! Agrada-me este último. Se os colaboradores estiverem felizes, aumenta o nível de felicidade dos clientes. O que provavelmente se traduzirá em cash, o que fomenta a felicidade dos acionistas. Será tão simples assim?

2012-03-13

Ana Bernardes: o chocolate das organizações!



A que sabe o chocolate? Chocolate: o talento nas organizações + Ana Bernardes!

A Ana Bernardes teve um papel fundamental na organização do seminário "A que sabe o chocolate?". Depois de a ter como formadora numa magnífica formação de Gestão das Emoções, tive o gosto de a ouvir falar sobre talentos nas organizações, e sobre as ferramentas que estão disponíveis para nos ajudar num desafio hercúleo: a gestão de pessoas. Toda a apresentação foi interessantíssima, mas a história que ficou está relacionada com a inspiração do seminário: a Sachertorte.
Na sua estadia na Aústria, enquanto colaboradora de uma empresa de recursos humanos, a Ana ganhou uma afeição especial por este doce. Porquê? Sempre que conseguiam cumprir com objetivos ou obter resultados interessantes, era colocado um destes Sachertorte na secretária do visado. Esta situação tinha um simbolismo próprio. Significava reconhecimento pelo trabalho feito; significava feedback positivo; significava motivação para projetos futuros; significava atenção ao trabalho realizado. Tudo isto sem a troca de qualquer palavra. O que é absolutamente fabuloso. Demonstra que há formas simples de comunicar e que o reconhecimento é fundamental e tem várias formas.


A Ana ainda nos presenteou com uma frase que devia ser alvo de reflexão


"Identificar o potencial obriga a ver para além do óbvio! O conceito de potencial depende de organização para organização, mas está sempre associado a novos desafios."
Ana Bernardes



2012-03-12

Susana Serrano: talentos dentro de portas!



A que sabe o chocolate? Chocolate: o talento nas organizações + Susana Serrano!

No seminário "A que sabe o chocolate?" foi apresentado um caso interessante da importância da gestão de pessoas na empresa Aquinos, decorrente de um projeto de Lean Management. Susana Serrano deliciou os participantes com a sua apresentação. Fiquei com duas pequenas histórias retidas, pois estão relacionadas com oportunidades que existem e, que muitas vezes, não são aproveitadas:

  • Sabendo que havia um operador de máquina que estava a tirar um curso superior na Universidade de Coimbra, foi feito o convite para abraçar um desafio diferente que lhe permitisse complementar a sua formação com as funções na empresa. Depois de uns dias na função, veio declinar a oportunidade, dizendo que era melhor trabalhar das 6h00 às 14h00. Não conseguia deixar de pensar nos problemas da empresa desde que tinha iniciado estas funções, e não queria isso para a sua vida. Claro que a sua decisão foi aceite...
  • Um dos elementos do projeto, com funções de inspetor da qualidade, sem formação superior e com experiência de casa, demonstrou muita dinâmica, levando os problemas para casa, pois tinha que exercer as suas tarefas "normais" na empresa. Era habitual aparecer com propostas de soluções ou protótipos feitos por ele nas suas horas livres, o que apresentava com entusiasmo aos colegas. No momento do seminário, era coordenador de um programa de melhoria da empresa e já coordenava 3 pessoas neste novo desafio.
É bom ver este último exemplo e perceber que há organizações que estão atentas aos talentos que têm perto de si.

2012-03-08

Sandro Alves recebe Prémio Pulido Valente Ciência 2011



O cientista Sandro Alves recebe Prémio Pulido Valente Ciência 2011: um prémio para alguém que, desde cedo, demonstrou um carinho e dedicação enorme à ciência. O Sandro é alguém que, desde novo, sempre esteve disponível para ajudar todos os que o têm rodeado. Sempre com grandes capacidades de sociabilização, contraria o arquétipo de rato de laboratório. Fez parte de escolas de samba, de tunas académicas e encontrei-o algumas vezes a usufruir dos tempos de estudante. Esta é apenas mais uma forma que encontrou de ajudar as pessoas, com o que sempre demonstrou ser a sua grande paixão, a ânsia por saber mais. Tendo eu informações privilegiadas sobre o seu comportamento na secundária, não me admira que tenha obtido este prémio e outros que têm marcado a sua vida.
Prova a nobreza do seu caráter ao doar o seu prémio para instituições da sua Mealhada, permitindo comprar 4 cadeiras de rodas para quem necessita.
Bem haja Sandro Alves! Que a vida te permita alcançar os teus objetivos!
Abraço!

Público: Sandro Alves: um investigador em Paris a desbravar caminho na neurociência

2012-03-04

João Magalhães: o número mágico para o sucesso!

A experiência medida em horas de voo
A que sabe o chocolate? Chocolate: o talento nas organizações + João Magalhães!

O João Magalhães, por enquanto, não é tão mediático como o João Garcia. Mas é igualmente um excelente comunicador, como se pode confirmar pelo seu desempenho no TEDx de Aveiro de 2011: http://www.youtube.com/watch?v=qPUZf5EIYEM.


Sempre que existe a oportunidade de assistir a uma das suas apresentações, em diferentes contextos, aprendo algo. No seminário do chocolate veio falar de talento e de liderança. Um dos temas que abordou foi o talento. Fiquei a processar esse dia, um número mágico. A saber: 10.000!  Sim, 10.000 horas! 10.000 horas de prática apaixonada para se tornar um mestre de qualquer assunto. Isto acarreta boas notícias e más notícias:
As boas primeiro: O talento depende essencialmente do treino, da prática! Assim, e tirando os casos de limitações físicas (começar aos 40 anos a treinar para ser campeão olímpico dos 100m é, provavelmente, um objetivo discutível), podemos dizer o mesmo que Obama disse "Yes, we can". 
As más notícias são que o dom com que nascemos, não chega. Podemos ser génios, podemos ter um dom, mas se não o trabalharmos, dificilmente teremos sucesso. Mas se formos apaixonados pelo tema, é aliciante ter que trabalhar 10.000 horas em determinada atividade!
Um estudo realizado nos EUA concluiu que a maioria das pessoas de sucesso, tem o QI semelhante ao resto da população. Para saber mais sobre este número mágico associado ao talento, podemos ler:

2011-10-05

magister dixit, ou neste caso, Einstein dixit:

www.toonpool.com
O Diogo enviou umas frases ditas por Einstein para reflexão: Um dos fundamentos da inovação é a partilha, por isso, partilho. Dito isto, aí vão as frases:

  • Innovation is not the product of logical thought, even though the final product is tied to a logical structure.


  • If I give you a penny, you will be one penny richer and I'll be one penny poorer. But if I give you an idea, you will have a new idea, but I shall still have it, too.


  • In the matter of physics, the first lessons should contain nothing but what is experimental and interesting to see. A pretty experiment is in itself often more valuable than twenty formulae extracted from our minds.


  • No amount of experimentation can ever prove me right. A single experiment can prove me wrong.



2011-09-02

o palco para: Howard Gardner

Howard Gardner multiplicou a inteligência por 8. Identificou 8 inteligências distintas: a linguística, lógico-matemática, corporal-cinestésica, musical, espacial, naturalista, interpessoal e intrapessoal. Todas elas são fundamentais para Inovar. E tornaram o seu autor um Inovador na área da Psicologia. Howard Gardnner ganha prémio Príncipe das Astúrias

2011-08-28

O exemplo da lâmpada:

Era uma vez um homem velho, com uma memória vacilante. Muito desejoso de se instruir, foi ter com um homem famoso pelo seu conhecimento e interrogou-o sobre o esquecimento. O homem falou-lhe. O ancião, satisfeito, voltou para o seu canto. Mas, mal tinha fechado a porta, deu-se conta que já se tinha esquecido o que acabavam de lhe dizer.
Voltou para junto do santo e interrogou-o uma segunda vez. O santo respondeu-lhe da mesma maneira. O velho voltou para a sua cela. Mal fechou a porta, e já se tinha esquecido de tudo outra vez.
Um pouco mais tarde, e depois de outras tentativas semelhantes, encontrou o santo e deu-lhe parte do seu problema:
-Esqueço tudo o que me dizes e já não ouso interrogar-te.
-Vai acender uma lamparina - disse-lhe o santo.
O velho obedeceu e voltou com a lamparina acesa. 
-Traz mais lamparinas - Disse-lhe o santo. - Acende todas na primeira.
O homem assim fez. Em breve ardiam várias lamparinas.
-A primeira lamparina sofreu algum estrago por teres acendido várias na sua chama?
- Não - disse o velho.
- Então, não hesites - diz-lhe o santo - De cada vez que quiseres interrogar-me, eu responder-te-ei.

Fonte: Livro Tertúlia de mentirosos

2011-05-20

o conhecimento

Estas são as histórias que aumentam a nossa curiosidade e respeito sobre certas figuras. Não sei se é real ou ficção, mas vale a pena partilhar:

O CONHECIMENTO

Pergunta num exame de Física, Universidade de Copenhaga:
"Descreva como determinar a altura de um arranha-céus usando um barómetro."

Um estudante respondeu:
"Amarre uma longa corda à parte mais estreita do barómetro, a seguir faça baixar o barómetro do telhado do arranha-céus até ao chão. O comprimento da corda mais o comprimento do barómetro será igual à altura do edifício."


Esta resposta altamente original enfureceu o examinador ao ponto de chumbar imediatamente o estudante. O estudante apelou baseando-se no facto de que a sua resposta estar indubitavelmente correcta e a universidade nomeou um árbitro independente para decidir o caso.


Na verdade, o árbitro decidiu que a resposta estava correcta, mas que não demonstrava qualquer conhecimento de Física. Para resolver este problema foi decidido chamar o estudante e permitir-lhe que em seis minutos providenciasse uma resposta verbal, que mostrasse, pelo menos, uma certa familiaridade com os princípios básicos de Física. Durante cinco minutos o estudante ficou em silêncio, franzindo a testa em pensamento. O árbitro lembrou-lhe que o tempo estava a passar, ao qual o estudante respondeu que tinha diversas respostas extremamente relevantes, mas que não sabia qual delas utilizar.


Sendo avisado para se despachar, o estudante replicou da seguinte forma: "Em primeiro lugar, poderia pegar num barómetro, ir até ao telhado do arranha-céus, deixá-lo cair ao longo da parede e medir o tempo que ele demora a atingir o chão. Desta forma, a altura do edifício poderá ser trabalhada a partir da fórmula : H= 0,5g x t2".
"Mas isto seria mau para o barómetro;


Ou então, se o sol estivesse a brilhar, poderia medir a altura do barómetro, depois de assentá-lo na extremidade e medir o comprimento da sua sombra. Em seguida, iria medir o comprimento da sombra do arranha-céus e, depois de tudo isto, seria uma simples questão de aritmética proporcional para calcular a altura do arranha-céus;"


"Mas, se quiserem ser rigorosamente científicos acerca disto, poderão amarrar uma longa corda ao barómetro e abaná-lo como um pêndulo, primeiro ao nível do chão e depois ao nível do telhado do arranha-céus.
A altura é dada pela diferença na força da gravidade. T=2p";


"Ou, se o arranha-céus tiver uma escada exterior de emergência, será mais fácil usá-la e marcar a altura do arranha-céus em comprimentos do barómetro, e em seguida adicioná-los por aí acima";


"Se, simplesmente, quiser ser chato e ortodoxo na resposta, certamente, poderá usar o barómetro para medir a pressão do ar no telhado do arranha-céus e no solo, e converter os milibares em pés para dar a altura do edifício";


"No entanto, e uma vez que estamos constantemente a ser exortados a exercitar o pensamento independente e a aplicar os métodos científicos, indubitavelmente a melhor forma seria ir falar com o porteiro e perguntar se ele gostava de ter um barómetro novo e bonito: oferecia-lho desde que ele me dissesse a altura do arranha-céus."


O estudante era Niels Bohr, o único Dinamarquês que ganhou o Prémio Nobel da Física.