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2026-05-12

Conflito: se há silêncio, há destruição da equipa!

 

Na recente sessão promovida pela Ordem dos Farmacêuticos sobre gestão eficaz de conflitos, percebemos que o conflito não é um acidente nas organizações. É uma presença constante e muitas vezes, silenciosa. Como o ruído de fundo de grande parte das organizações é intensa, com telefones a tocar, pedidos que chegam, dúvidas clínicas que surgem, dando a sensação que o tempo é sempre insuficiente.

Ainda há quem pense que organizações saudáveis são organizações sem conflitos. A ideia é apelativa, mas falsa. Onde existem pessoas, interesses, pressão, cansaço, hierarquias e identidade profissional, existirão inevitavelmente tensões. A verdadeira diferença não está em evitar conflitos. Está em saber o que fazer com eles.

Foi precisamente essa a linha central da apresentação: o conflito pode destruir equipas ou, pelo contrário, conter mediocridades silenciosas. Pode desgastar relações ou gerar melhoria, inovação e maturidade institucional.

Ao longo da sessão, discutiram-se os vários tipos de conflitos que atravessam o quotidiano dos farmacêuticos. Alguns são facilmente visíveis, como as discussões abertas, confrontos verbais, divergências técnicas. Outros são mais discretos e perigosos: silêncios prolongados, resistência passiva, comunicação retida, sarcasmos subtis ou simples desistência emocional.

Falou-se do conflito de valores, quando aquilo que um profissional considera eticamente correto entra em choque com procedimentos, decisões de gestão ou limitações operacionais. Falou-se também do conflito relacional, frequentemente alimentado não pelos factos, mas pelas interpretações, pelo tom de voz, pela sensação de desrespeito ou pela necessidade humana de reconhecimento.

A sessão trouxe momentos desconfortáveis em que discutimos para além do problema real. Discutimos também as emoções, o ego, o medo, o território, a necessidade de controlo e a dificuldade em admitir vulnerabilidade.

Outro dos temas debatidos foi a atitude individual perante o conflito. Nem todos entram nele da mesma forma. Há quem ataque rapidamente, transformando qualquer divergência numa disputa de poder. Há quem fuja, adiando conversas importantes até que pequenos incómodos se tornem ressentimentos permanentes. Há quem tente agradar a todos, sacrificando a clareza em troca de uma paz aparente, o que costuma ter custos elevados mais tarde.

Curiosamente, muitas organizações reforçam exatamente os comportamentos que depois criticam. Equipas que evitam confronto acabam frequentemente premiadas pela “harmonia”, mesmo quando a ausência de debate produz más decisões. Por outro lado, ambientes excessivamente competitivos transformam qualquer desacordo numa luta de sobrevivência psicológica.

A gestão positiva de conflitos exige algo mais difícil do que técnicas. Exige maturidade emocional. Exige capacidade de ouvir sem preparar imediatamente uma defesa. Exige separar intenção de impacto. Exige compreender que ter razão nem sempre produz resultados.

Entre as várias estratégias abordadas, destacou-se a importância da comunicação clara e da intervenção rápida, antes do conflito ganhar dimensão. Conflitos ignorados não desaparecem, ganham raízes subterrâneas e ficam mais fortes, sem ninguém se aperceber. Também se discutiu a necessidade de criar espaços seguros de divergência, ambientes onde discordar não seja interpretado como deslealdade.

Outro ponto relevante foi a distinção entre conflito produtivo e conflito destrutivo. O primeiro desafia ideias. O segundo ataca pessoas. O primeiro aumenta a clareza. O segundo alimenta o desgaste. O primeiro melhora decisões. O segundo corrói confiança.

Talvez um dos aspetos mais relevantes da sessão tenha sido precisamente este: compreender que maturidade profissional não significa ausência de tensão. Significa capacidade de permanecer construtivo dentro dela.

No final, ficou uma sensação curiosa na sala. A de que muitos conflitos profissionais não nascem de más intenções, mas de fadiga acumulada, comunicação deficiente e ausência de conversas honestas. E talvez seja aí que reside o verdadeiro desafio das organizações modernas: não eliminar o conflito, mas impedir que ele se transforme em erosão silenciosa.

Porque uma equipa sem conflito não é necessariamente uma equipa saudável. Muitas vezes, é apenas uma equipa onde já ninguém acredita que vale a pena falar.

Se há silêncio, há destruição da equipa!

É fundamental que as pessoas falem — existam ou não conflitos declarados. Só assim é possível ultrapassar interpretações erradas, reduzir tensões e transformar diferentes perspetivas em crescimento coletivo.

2025-02-09

Liderar E Inovar: Um Bom Caminho Para O Futuro

Foto de Belle em Pexels

Viva!
Janeiro foi um mês repleto de atividades e desafios importantes. Eis a descrição sumária de alguns dos projetos realizados durante o mês de Janeiro:

Liderança e Desenvolvimento Organizacional

  • Programa "As 12 Jornadas do Líder" : O programa continua em curso na CJR Renewables.
  • Programa "As 12 Jornadas do Líder" : O programa iniciou na Crioestaminal.
  • Acompanhamento Executivo na SPI - Automação e Processos Industriais: Seguimos juntos na análise e implementação de estratégias de curto e longo prazo.
  • Desenvolvimento Pessoal no CHUC : Apoiamos processos de autoconhecimento baseados no Eneagrama na equipe de Patologia Clínica, reforçando o conhecimento de si próprio e as competências de relacionamento interpessoal.

Inovar Faz Bem

  • Planeamento Estratégico: Definição da estratégia de inovação e sua integração na estratégia global da Soluções Ideais para 2025.

Palestras, Tertúlias e outros:

  • Palestra sobre empreendedorismo na Escola Secundária José Falcão, em Coimbra.
  • Tertúlia do IESh sob o tema "Ser Criativo: Uma viagem com o Eneagrama".

Academia

  • Investigação Acadêmica : Em andamento o projeto de investigação sobre o impacto das lideranças no bem-estar e estresse dos trabalhadores.
  • Criatividade e Inovação: A terminar mais uma edição da unidade de Criatividade e Inovação na Pós-Graduação de Marketing Digital, na Coimbra Business School.

Outros Projetos

  • A parceria com a Pedro Castela Consulting continua firme, e o trabalho com vista ao Bem-Estar e Felicidade Organizacional nas empresas e outras organizações, faz cada vez mais sentido e é um caminho que pode proporcionar excelentes resultados em várias dimensões (competitividade, inovação, bem-estar,...).
  • Está em preparação uma parceria para trabalhar com uma entidade com larga experiência em TeamBuilding, de forma a proporcionar aos nossos clientes mais boas experiências na melhoria das suas competências... Aguardem novidades! 

Para finalizar:

  • Caminho de Santiago: o Caminho de Santiago está a ser feito por, por etapas. É um processo que nos ajuda a perceber os nossos limites, a ultrapassar barreiras mentais e fisicas. Permite-nos uma paragem e o desligar do dia-a-dia, proporcionando descanso a vários níveis (talvez o físico seja a exceção). Os níveis de stress e ansiedade têm uma redução significativa e aumenta a confiança ao alcançar objetivos diários que poderiam parecer inalcançaveis.

Impera o entusiasmo com os desafios que fevereiro prepara e a vontade para continuar a trabalhar em projetos em prol dos clientes e amigos.

Fica a nota:  Uma boa liderança e capacidade de inovação é um bom caminho para um futuro mais competitivo, próspero e entusiasmante!

Bom Caminho para todos e até breve!



Para ver outros posts sobre os projetos e desafios, vê a lista abaixo:

2024-07-13

Autoconhecimento para aumentar a capacidade de Autoliderança

Foto: belle co @pexels

O autoconhecimento é um pilar fundamental para o desenvolvimento da autoliderança. Ao investir tempo e esforço para entender os seus próprios pensamentos, emoções e comportamentos, qualquer pessoa se torna mais consciente das suas qualidades e vulnerabilidades. Esse processo de introspecção permite identificar padrões de comportamento que influenciam decisões e ações no dia a dia. Ao reconhecer as suas motivações mais profundas e os seus valores, cada pessoa estará mais capaz de alinhar as suas metas pessoais e profissionais de maneira mais coerente e eficaz.

A autoliderança, por sua vez, é a capacidade de conduzir a própria vida com propósito e determinação. Envolve a competência para estabelecer metas claras, gerir o tempo de forma mais eficiente e manter a motivação para enfrentar os desafios que aparecem ou que procuram. O autoconhecimento providencia  o necessário para permitir que a pessoa identifique e supere obstáculos interiores, como medos e crenças limitantes. Com uma compreensão mais profunda de si mesma, a pessoa consegue tomar decisões mais assertivas e alinhar suas ações com seus objetivos a longo prazo. Assim, o autoconhecimento não apenas fortalece a autoliderança, mas também capacita o indivíduo a influenciar positivamente o ambiente ao seu redor, promovendo uma cultura de crescimento e desenvolvimento transversal.

O Eneagrama é um modelo transformador de pessoas e ambientes. É uma chave para o autoconhecimento, permitindo que você identifique seus padrões de comportamento, motivações e emoções. Ao longo da etapa 1, vai aprender a reconhecer os nove tipos de personalidade, aprofundando as suas características, virtudes e desafios. Com isso, será possível melhorar relacionamentos pessoais e profissionais, desenvolvendo uma comunicação mais empática e eficaz.

O curso proporciona um ambiente acolhedor e interativo, onde poderá compartilhar experiências e insights com outros participantes. Haverá algumas dinâmicas, reflexões e histórias que ilustram e facilitam a integração do Eneagrama no seu dia a dia. 

Aproveite esta época de Verão, em que os ritmos são diferentes e a disponibilidade para pensarmos em nós é maior, para nos compreendermos melhor, compreender melhor as pessoas que nos rodeiam e sabermos como lidar com elas, de forma a reforçar relações e ter relacionamentos mais positivos.

Inscreva-se já e comece sua jornada de autodescoberta e transformação! Use o seguinte link: Inscreva-se clicando AQUI!

Para informação adicional, veja: Eneagrama: Autoconhecimento e as Dinâmicas da Vida!

Dúvidas? e-mail para pmcpaiva@gmail.com

Com aplicação a nível Pessoal e Profissional.

Lembre-se:

Eneagrama Etapa I on-line

30 e 31 de julho: 20h30 às 23h30

01 de agosto:  20h30 às 23h30 e

06 de agosto: 21h00 às 23h30

Inscreva-se AQUI!

2024-05-08

Sérgio Conceição e Rúben Amorim intensidade e tranquilidade alinhadas com a cultura dos seus clubes

Foto de Jonathan Petersson em Pexels

Sérgio Conceição e Rúben Amorim são 2 treinadores de sucesso, com duas vias distintas para o alcançar. São intensidade e tranquilidade. Conseguem uma sinergia vigorosa entre personalidade e cultura do clube.

Sérgio Conceição

Sérgio Conceição parece um tipo duro. É conhecida a sua vida e é provável que se tenha convencido que o mundo é dos fortes. É intensidade e exagero; Gosta de controlar e de saber quem está do seu lado, porque quem não está com ele, está contra ele. Não há meio termo. É difícil passar despercebido, pois a sua presença emana força. Está sempre pronto para a luta e os desafios são o que lhe dá energia. A sua atitude balança entre a assertividade e a agressividade e é impulsivo, tanto no fazer como no falar.

Rúben Amorim

O Rúben Amorim parece um tipo tranquilo. É mais discreto. Serenidade e diplomacia não faltam. Também gosta de controlar mas de forma mais subtil. É agradável e atento aos outros e às suas necessidades. Tem uma capacidade grande para gerir conflitos e tem uma propensão para promover a harmonia e o bom ambiente. Podemos nem dar por ele e estão mais orientados para o longo prazo do que para o curto prazo. É difícil ver-lhe momentos de raiva. Parece que está sempre tudo bem. Tem uma forma de estar mais leve, própria de quem não teve que passar pelas agruras do seu colega de profissão, ou se as passou, conseguiu lidar com elas de outra forma.

Porto

A cultura do Porto foi construida com base num clube que era visto como fraco, apelidado de clube regional e que tinha dificuldade em se impor em áreas que saíssem da sua zona de conforto geográfico.

Entretanto, houve um conjunto de pessoas, lideradas por Pinto da Costa e acompanhado por Pedroto e muitos outros ao longo dos últimos 40 anos, que mudaram o paradigma e a cultura do clube. Desbravaram um caminho que parecia impossível percorrer e, em poucos anos, fizeram com que o Porto fosse um farol para todos aqueles para os quais a mensagem de "nós contra o centralismo de Lisboa" fizesse sentido. Além disso, tornou o clube reconhecido além fronteiras. Tornou-se um clube forte que, claramente usou o "nós" e os "outros", 
que se pode ilustrar com os famosos blackouts nalguns momentos mais difíceisdo clube. Integrou a cultura de esforço, trabalho duro para alcançar o que quer que fosse e durante estas 4 décadas ganhou uma impressionante quantidade de títulos nacionais e internacionais.

Sporting

O Sporting é mais aristocrata, mais cordial no tratamento, em que a sua centralidade sempre lhe deu uma abrangência nacional (o próprio nome o indica), tornando-se um clube mais compreensivo, tolerante e com menos necessidade de se impor a todos, a todo o custo. Acredito que não precise de provar que é capaz ou merecedor, o que faz com que, por vezes, use a lógica do "laissez faire, laissez passer". Os seus adeptos são pacientes e persistentes. Depois de uma época que foi muito confusa e conflituosa por dentro, e que foi difícil de aceitar alguns acontecimentos internos, reuniram-se as condições necessárias para realizar um grande trabalho. O presidente Varandas, que pouco se tem visto (e isso é positivo) e o treinador Amorim, que cativa multidões e jogadores, com a sua diplomacia, orientação para o bem estar de quem o rodeia e, com certeza, com muito trabalho e rigor, estão a alcançar resultados muito bons.

E se...

A questão que se coloca é: e se os clubes trocassem de treinador? O Sérgio e o Rúben iam alcançar os mesmos resultados? Podia acontecer, mas seria muito mais difícil. Neste momento, cultura do clube e personalidade dos treinadores estão bem alinhadas. Se trocassem, cada um deles, provavelmente, não se sentiria tão "adequado" à cultura de cada clube.

A escolha de líderes

O alinhamento da personalidade do treinador com a cultura do clube é fundamental na escolha de líderes. É importante conhecer bem os valores do clube, o papel esperado, a área de intervenção e suas fronteiras, estilo preferencial de liderança, entre outros. No livro "A Bola não Entra por Acaso" descreve-se o processo de recrutamento do treinador. Após uma lista alargada, ficaram dois nomes fortes em cima da mesa: Josep Guardiola e José Mourinho, dois treinadores de grandes virtudes, com formas de estar e de ser bem diferentes. A escolha recaiu sobre Guardiola após entrevistas com estes treinadores que seguiu um guião pré-determinado, com a posterior análise da sua adequação ao perfil pretendido.

Também Carlo Ancelotti (no livro Liderança Tranquila) fala da sua experiência com o Chelsea, em que houve uma dezena de conversas até concluirem que o processo podia avançar, pois estavam alinhados na forma de ver o clube. Diz que foi o único clube em que este processo decorreu.

Não sei se os processos de recrutamento do Porto e Sporting passaram por este processo, no entanto, o resultado foi que cada um deles tem um treinador alinhado com a cultura do clube. Quando assim é, a probabilidade de aparecerem bons resultados, aumenta significativamente. 

As organizações

É preciso que as organizações procedam de forma similar. É fundamental que conheçam bem os requisitos de personalidade das pessoas que vão contratar para analisar a sua conformidade com a cultura que pretendem para a organização. É útil conhecer a cultura da empresa e verificar este alinhamento entre personalidade e cultura organizacional para promover o alinhamento entre as partes e assim, estar a evitar problemas futuros. 

O desalinhamento entre personalidade e cultura organizacional, vai ter impacto negativo nas equipas. Pode demorar mais ou menos tempo, mas esse dia vai chegar.

Por isso, Amorim ou Conceição estão a alcançar o sucesso. Os valores e a cultura dos seus clubes estão alinhados com os valores de cada um deles. 

2024-03-27

GESTÃO DO TEMPO: Gerir o Tempo é Gerir a Vida!

 Não tenhamos pressa, mas não percamos tempo: 

                                                                José Saramago

Foto de Eugene Shelestov no Pexels
Gerir o tempo é Gerir a Vida

A Gestão do Tempo é uma jornada contínua. Requer prática, ajustes e a procura da melhoria constante. Exige persistência, dedicação e constância para se poder desenvolver uma abordagem equilibrada e produtiva para a vida, na sua dimensão pessoal e profissional, permitindo-nos aproveitar cada momento com maior plenitude e propósito. Como dizia Eduardo Lourenço, “mais importante que o destino, é a viagem”. Vamos tornar a viagem o mais fascinante que conseguirmos, aproveitando cada momento para construir uma vida mais próxima do que desejamos.

A gestão do tempo é um processo de melhoria contínua sem data de fim!



Cada pessoa encara o tempo de forma diferente. Se há pessoas sempre tensas e apressadas, há outras que são calmas e relaxadas. Não há certo nem errado, Pessoas diferentes virtudes e dificuldades diferentes na gestão do tempo. Cada uma terá as suas necessidades e tem que encontrar métodos e ferramentas que lhes permitam otimizar o seu próprio tempo.

A gestão eficiente do tempo é uma competência fundamental na nossa vida pessoal e profissional. Neste mundo frenético, onde são imensas as possibilidades onde usar o tempo, e o tempo continua o mesmo, é essencial saber gerir as nossas atividades, para alcançar o sucesso e o equilíbrio entre trabalho, estudos, família, lazer e outras áreas relevantes para cada pessoa.

"Quem mata o tempo não é um assassino. É um suicida! " — Millôr Fernandes

A gestão do tempo não se trata apenas de cumprir prazos ou concluir tarefas no prazo determinado. Envolve uma análise à vida e aos objetivos e propósitos de vida, e a partir desse conhecimento, promover uma abordagem consciente e estratégica para priorizar as atividades mais importantes e garantir que elas sejam executadas de forma eficiente. A seguir, destacamos alguns motivos pelos quais a gestão do tempo é tão relevante:

  • A gestão do tempo é a gestão da vida e é fundamental em aspetos como:
  • Encontrar o nosso propósito de vida, a nossa missão;
  • Equilíbrio entre vida pessoal e profissional;
  • Ter tempo para cumprir com os nossos sonhos;
  • Redução dos níveis de tensão pessoal;
  • Maior produtividade;
  • Melhor qualidade das atividades realizadas;
  • Estar atento e aproveitar oportunidades;
  • Construir hábitos positivos
A gestão do tempo é uma competência que tem impacto direto na nossa eficácia e bem-estar geral. Ajuda-nos a alcançar os nossos objetivos, a otimizar resultados e a viver com mais satisfação. Lembre-se de como, é importante dedicar tempo para avaliar a nossa utilização do tempo, e, se necessário, adotar técnicas e ferramentas que nos permitam melhorar esta área vital da nossa vida.

Benefícios:
  • Maior Autoconhecimento
  • Maior competência para conduzir a própria vida
  • Mais tempo para o que é importante
  • Mais bem-estar individual
  • Mais entusiasmo
  • Fazer com que a vida valha a pena
  • Cumprir mais sonhos
  • Melhor relação com os outros
Como desenvolver as competências de Gestão de Tempo? Através de::

1. Formação adequada, que permita que as pessoas tenham capacidade para refletir, analisar, definir e implementar boas práticas de gestão do tempo.

2. Através de acompanhamento personalizado, com sessões individuais, ou em pequenos grupos.

GERIR O TEMPO É GERIR A VIDA.

Informação adicional

pmcpaiva@gmail.com