Usar um bloco de notas!
Anotar todas as ideias. As minhas e as outras, que escuto e valorizo!
2014-03-18
2014-03-14
App "No meu Bairro"
De acordo com o IPN, "A aplicação de mobilidade "No meu Bairro" venceu o concurso para apps centradas no utilizador, "One.Stop.Transport Dev Challenge, promovido pelo projecto TICE.Mobilidade, liderado por investigadores da Universidade de Coimbra (UC) e do Instituto Pedro Nunes (IPN). O software permite a qualquer cidadão notificar os problemas de gestão de espaço público da sua localidade, desde um simples buraco na rua, uma lâmpada fundida ou um semáforo avariado até problemas mais complexos".
Ver notícia completa em IPN.
Ver notícia completa em IPN.
2014-03-10
Brainnovation I: Guarda
Foi o momento de ir à cidade dos 5 F's*, a Guarda espevitar a criatividade e a capacidade de inovação das suas gentes! Não foi surpresa perceber que existe pela Guarda gente muito criativa e inovadora. A grande surpresa foi um dia solarengo e quente, depois de tantos dias de frio e tempestade o que, juntamente com a dinâmica e boa disposição de quem esteve presente, pôs claramente em causa o F do Frio da Guarda!
Em Abril, o Brainnovation II.
Até Breve!!
Em Abril, o Brainnovation II.
Até Breve!!
* Os 5 F's (fonte: Guarda)
1- Forte: a torre do castelo, as muralhas e a posição geográfica demonstram a sua força;
2- Farta: devido à riqueza do vale do Mondego;
3- Fria: a proximidade à Serra da Estrela explica este F;
4- Fiel: porque Álvaro Gil Cabral – que foi Alcaide-Mor do Castelo da Guarda e trisavô de Pedro Álvares Cabral – recusou entregar as chaves da cidade ao Rei de Castela durante a crise de 1383-85. Teve ainda Fôlego para combater na batalha de Aljubarrota e tomar assento nas Cortes de 1385 onde elegeu o Mestre de Avis (D. João I) como Rei;
5- Formosa: pela sua natural beleza.
2014-02-14
Esta semana participei no seminário "Inovar é Simples". Para além do agradecimento à organização da XLM, da SEMA e da Câmara Municipal da Estarreja, apraz-me realçar alguns aspetos interessantes:
* A organização da XLM, em conjunto com a SEMA e com a Câmara Municipal de Estarreja, em que tudo foi muito bem pensado e tranquilo.
* As instalações sociais do ECO-Parque, com excelentes condições e com uma acústica notável.
* Os oradores, com a partilha de informação relevante dentro do tempo previsto.
* O cumprimento do horário. Estava previsto que o seminário decorresse entre as 15h00 e as 17h00. Decorreu entre as 15h00 e as 17h06.
* A presença do Presidente da Câmara de Estarreja que chegou à hora prevista, fez um discurso dentro do tempo determinado e assistiu atentamente a todo o seminário. Os políticos, se querem ser respeitados, devem começar por respeitar os outros. O Dr. Diamantino Sabino proporcionou-nos um bom exemplo do respeito pela sua comunidade.
Com tudo isto, e com o tema "Inovação" debatido de forma séria, mas descontraída, a conclusão óbvia é que foi um excelente seminário.
2014-01-07
Viagra: Serendipidade e fim da Patente
Provavelmente, há poucos medicamentos mais conhecidos do que o Viagra. A Aspirina sê-lo-á, mas pouco mais.
Provavelmente, há poucos medicamentos que tenham originado tantas histórias, anedotas e mitos como o Viagra. Sem grande esforço, lembro-me rapidamente de algumas dessas histórias.
Este medicamento teve e tem um impacto grande na vida de muita gente!
Agora, a sua proteção termina com o fim da exclusividade da patente do Viagra em Portugal, como noticiam jornais como o iOnline, o Diario Digital, o Noticias ao Minuto ou a revista Sábado.
Neste medicamento da Pfizer podemos analisar dois aspetos relevantes no mundo da Inovação: i. as patentes e ii. a serendipidade.
i. As patentes: a importância e a finalidade das patentes são alvo de discussões sem fim sobre as suas virtudes e defeitos, sobre se são essencialmente positivas ou negativas. O facto é que existem e são um aspeto preponderante a ter em consideração na área dos medicamentos (e não só). Sem fazer qualquer juízo de valor sobre este assunto, verifica-se que, segundo o Infarmed, existem já 45 medicamentos genéricos de substância activa Sildenafil com autorização de introdução no mercado. Tem que ser um mercado aliciante e esteve protegido por um longo período. Assim, e independentemente da posição de cada um de nós sobre as patentes, este é um factor relevante a ter em consideração sempre que se pensa em Inovação. Há outros casos bem conhecidos e mediáticos relacionados com patentes, que nos ajudam a refletir sobre o tema, como podemos ver em:
ii. a serendipidade está relacionada com a descoberta por acaso. Claro que uma base forte de conhecimento da área em que se está a atuar, favorece a identificação do acaso como algo a captar e a aproveitar, mesmo que para fins diferentes dos inicialmente previstos. Há mérito nisto. Como dizia Louis Pasteur "o acaso só favorece a mente preparada". O Viagra é um exemplo excelente deste conceito. A Investigação inicial incidia sobre questões cardíacas, nomeadamente com a angina (dor no peito), mas os investigadores tiveram o mérito e a competência de identificar efeitos secundários numa imensa maioria de utilizadores, relacionados com o seu desempenho sexual, e alteraram o rumo da sua investigação, ou da utilização do produto obtido, tornando-se um dos mais conhecidos e consumidos medicamentos do mundo.
Apesar do fim da proteção ao Viagra, e do aumento da concorrência de forma intensa, a Pfizer deverá continuar a ganhar muito com este medicamento, durante longos e bons anos. E 50% da população mundial está no clube dos potenciais utilizadores!
Sem dúvida que Inovar Faz Bem!
2013-12-04
Sapatos portugueses em alta
Já nenhum de nós tem dúvidas da importância da Inovação. Mas também sabemos que a Inovação é reforçada pelo reconhecimento. Reconhecimento foi o que sucedeu com o Prémio Europeu de Promoção Empresarial, na categoria de Apoio à Internacionalização das Empresas, em que os sapatos portugueses, com uma crescente afirmação no panorama internacional, ficaram à frente do consolidado champagne francês.
Este prémio é uma prova que a Inovação é fundamental, mas demonstra outro aspeto relevante na afirmação de um setor: a importância das parcerias e do trabalho entre diferentes entidades para uma finalidade comum. Não sendo uma caraterística natural dos portugueses, a sua capacidade de trabalhar em conjunto para além das fronteiras da sua organização, consideramos que este prémio é uma forma de mostrar que as alianças potenciam, de forma inquestionável, o alcance de objetivos mais ambiciosos. É caso para citar Miguel de Cervantes e dizer que "o Céu é o limite". É caso para dizer que a APICCAPS está a provar que "o céu é o limite". Que se utilize este exemplo para dinamizar outras setores com dificuldade, mas com enorme potencial de sucesso. Que se utilize este exemplo para que se acredite que é possível. Mas não basta acreditar. Há que meter mãos à obra e fazer acontecer, como têm feito neste século os atores da indústria do calçado.
"Calçado português ou champagne francês? E o grande vencedor é... nacional. Ambos estavam em confronto no Prémio Europeu de Promoção Empresarial, na categoria de Apoio à Internacionalização das Empresas, e o vencedor foram mesmo os sapatos portugueses. O prémio é uma iniciativa da Comissão Europeia que pretende distinguir as melhores práticas empresariais. A entrega de prémios decorre em Vilnius, na Lituânia.
Estiveram a concurso mais de oitocentos projetos, de 28 países, incluindo a Turquia e a Sérvia, e o "Portuguese shoes: the sexiest industry in Europe" estava na short-list de 19 finalistas, em concorrência direta com a região de Champagne-Ardenne na categoria de Apoio a Internacionalização das Empresas. Portugal foi o país que apresentou maior número de projetos candidatos, num total de 56.
Dinamizados em Portugal pelo IAPMEI, os Prémios Europeus de Promoção Empresarial (European Enterprise Promotion Awards) são um projeto da Comissão Europeia, que visa potenciar a divulgação de atividades reconhecidas como boas práticas no âmbito da promoção da iniciativa empresarial.
São seis as categorias a concurso: promoção do empreendedorismo; investimento nas competências empreendedoras; desenvolvimento do ambiente empresarial; apoio à internacionalização; apoio ao desenvolvimento de mercados ecológicos; e empreendedorismo responsável e inclusivo.
“Portuguese Shoes: Designed by the Future” é o slogan da campanha desenvolvida pela Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado (APICCAPS) em parceria com a Academia de Design e Calçado, e que ajudou a promover 120 pequenas e médias empresas em feiras de todo o mundo, promovendo o calçado português como sofisticado e inovador. “Em resultado desta estratégia, as exportações cresceram mais de 20% nos últimos dois anos”, salienta Bruxelas.
O concorrente derrotado era a iniciativa International Relays, que visa apoiar técnica e financeiramente as empresas da região de Champagne-Ardenne, capacitando-as para implementar uma estratégia de desenvolvimento comercial de longo prazo vocacionada para os mercados externos. O projeto permitiu não só que sete em cada dez PME aumentassem a sua competitividade, mas que também cem empresas da região “implementassem uma atividade de exportação eficaz”.
Esta é a quinta edição dos Prémios Europeus de Promoção Empresarial, e Portugal já trouxe galardões para casa outras duas vezes. Aconteceu em 2006, com o projeto “Empresa na Hora”, em que Portugal ganhou o prémio Redução da Burocracia; e, em 2012, com o projeto “Douro Boys”, uma associação de cinco pequenos produtores da região do Douro (Niepoort, Quinta do Crasto, Quinta do Vale Meão, Quinta do Vallado, Quinta Vale D. Maria), para implementação de estratégia de promoção das suas marcas em mercados externos.
Portugal foi o país que apresentou maior número de projetos, no conjunto dos 32 países participantes; teve 56 projetos a concurso, seguido do Reino Unidos, com 42, e da Alemanha, com 37.
in Dinheiro Vivo"
Notícias relacionadas:Dinheiro Vivo * Sapatos portugueses ganham ao champagne:
Público * Calçado português bate região de champanhe e conquista prémio europeu
JN * O calçado e o preconceito
Jornal Labor * Sexy é Bom!
Expresso * Sapatos made in Portugal batem champanhe
2013-11-13
Estudo diz que Inovação é uma necessidade
Inovar Faz Bem!
Inovar é um Fator Crítico de Sucesso para as Organizações.
Já não há grandes dúvidas sobre a importância da Inovação para as empresas que têm uma perspetiva de existência duradoura. Como os estudos fundamentam e dão credibilidade a simples opiniões, deixo-vos com um estudo que suporta fortes convicções que tenho sobre a importância da Inovação:
"Quarenta e três por cento dos executivos descreve a inovação como uma necessidade competitiva para o sucesso das empresas e 40 por cento aponta a mesma como um dos fatores mais importantes, diz o mesmo estudo, mostrando que a tendência é seguida em Portugal, com 47 por cento a reconhecer na inovação uma prioridade estratégica muito importante para o sucesso das empresas, com outros 43 por cento a considerar a inovação bastante importante."
Fonte: Inovação é uma necessidade
2013-11-12
Zebinix da Bial aprovado nos Estados Unidos
A Bial tem um forte argumento para acreditar que a I&D e consequente Inovação é importante para o seu sucesso. Com certeza que será um argumento entre muitos, mas este é de peso. Este projeto de IDI está a ser comercializado em vários países, sendo a aprovação do mesmo pela FDA, entidade reguladora dos medicamentos nos Estados Unidos, uma porta aberta para um mercado maduro, exigente e com uma dimensão gigantesca. Medicamento português para epilepsia aprovado pelo regulador norte-americano - País - Notícias - RTP. É com certeza um reforço interno para a importância da Inovação na Bial. Que seja também um exemplo para que outros possam motivar-se para tornar as suas organizações mais inovadoras.
Porque Inovar Faz Bem!
[dinheirovivo]
[noticias ao minuto]
Porque Inovar Faz Bem!
[dinheirovivo]
[noticias ao minuto]
2013-10-17
Dia Mundial da Alimentação: Inovação com Nutri-Ventures
E se lhe fosse pedido para fazer "bonecos" (desenhos animados) de sucesso associados ao conceito de alimentação saudável?
Nada de especial.
É possível?
É!
Mas é atrativo? As crianças vão "comprar" a ideia?
Aparentemente "bonecos de sucesso" e alimentação saudável são dois conceitos imiscíveis. A norma presente é que "bonecos de sucesso" são diferentes de alimentação saudável. Mas o facto é que existe uma série de "bonecos de sucesso" que tem como como missão "ajudar a mudar os hábitos alimentares das crianças a nível mundial procurando, através do entretenimento, unir a sociedade em torno desta causa e fornecer ferramentas que tornem a alimentação das crianças mais saudável e divertida."
2013-10-02
Carta de despedimento original
A criatividade tem limites? Talvez, mas eu ainda não os conheço!
Todos os dias sou surpreendido com "coisas" que me fazem acreditar que os limites da criatividade estão cada vez mais longe!
Marina decidiu demitir-se com um vídeo original! Criativa a Marina!
Foi uma forma simpática de se ir embora. Hoje, 2/10/2013, 8.154.994 pessoas já tinham visto a original carta de despedimento. Dessas, 52.996 gostaram do que viram (
A resposta da empresa chegou mais tarde. Não tenho a certeza se essa resposta foi na base do humor e boa disposição, ou se havia algum ressabiamento à mistura. Mas parece que quem vê o vídeo, atribuí intenções não muito positivas a esta resposta, pois já viram o vídeo 357.474 pessoas, das quais 1.401 gostaram da resposta (
Esta carta de despedimento e a sua resposta levou-me a pensar sobre a ironia nas organizações. Uma ferramenta poderosíssima, quando pensada e bem aplicada, mas com consequências que podem causar grandes danos na imagem da empresa, quando mal planeada. O que nos conduz à questão: Esta resposta foi pensada ou foi impulsiva? Se foi pensada, tudo bem! Obedece a uma estratégia de comunicação e tem objetivos bem definidos! Se foi impulsiva, leva-me a refletir sobre a importância das empresas controlarem os seus impulsos, mesmo que a vontade de responder de forma imediata seja imensa. Este controlo da impulsividade pode evitar alguns tiros nos próprios pés.
Fez-me lembrar de uma outra história de resposta por impulso (na minha análise), de uma empresa que aprecio, pelo serviço e pelo produto, mas que causou uma impressão de excesso de zelo ou de defender o indefensável. Leva mesmo a crer que ainda não há a perceção exata das redes sociais e das vantagens que teria em não ser a própria a empolar um caso que podia causar algum frissom, mas nunca atingiria os níveis que atingiu. Podemos ver este caso em Reclamações só no Facebook.
Fontes:
[TSF]
[Meababel]
2013-09-12
Modelos de desenvolvimento baseados na Inovação, segundo Pires de Lima, Ministro da Economia
É sempre bom ouvir vozes que se juntam às nossas com o intuito de testemunhar que a Inovação e a Criatividade são fatores relevantes para o sucesso das empresas e do país. O Ministro da Economia, Pires de Lima, veio testemunhar a sua convicção de que o futuro passa por um modelo associado à Inovação, não por modelos associados a baixos custos e baixos salários.
Podem ver a notícia no título que mais vos agradar:
* [Sol: privilegiar inovação!]
* [Expresso: privilegiar inovação]
* [Sábado: privilegiar inovação]
* [Visão: privilegiar inovação]
* [O guião de Pires de Lima para a economia]
Podem ver a notícia no título que mais vos agradar:
* [Sol: privilegiar inovação!]
* [Expresso: privilegiar inovação]
* [Sábado: privilegiar inovação]
* [Visão: privilegiar inovação]
* [O guião de Pires de Lima para a economia]
2013-08-28
Jerónimo Martins 16.º na lista de inovação da Forbes
O país regressa aos poucos ao trabalho. Está a acabar a época dos banhos e é importante começar com boas notícias para motivar para o novo período que se aproxima. A notícia seguinte, Jerónimo Martins à frente da Apple e Google na lista de inovação da Forbes, é deve servir como referência para acreditar.
É possível!
Empresas portuguesas podem estar entre as melhores. Claro que a Jerónimo Martins não deixa as pessoas indiferentes. É claro que para a maioria das pessoas, a análise que fazem da empresa está entre a veneração e o ódio. Com pouco espaço para cinzentos intermédios. Desde a música do Pingo Doce ao famoso dia do trabalhador com os descontos de 50%, vários são os motivos para as emoções extremas quando se avalia esta empresa.
No entanto, factos são factos e a Forbes tem critérios bem definidos, que se podem consultar na explicação da metodologia, pelo que estar no 16.º lugar deste ranking tem que ter grandes méritos. Pode-se ver o ranking das "Empresas Mais Inovadoras do Mundo" segundo a Forbes mesmo aqui e analisar quais as empresas que acompanham a Jerónimo Martins.
Quando analisamos o ranking das Empresas Mais Inovadoras da Europa, ainda se torna mais impressionante a posição alcançada pela Jerónimo Martins, que apenas tem à sua frente as empresas ARM Holdings, do Reino Unido e que trabalha na área dos semi-condutores, e pela Dinamarquesa Coloplast, no setor dos Dispositivos Médicos. Também o facto de estar no setor da venda a retalho, apenas pode salientar o trabalho da empresa
1. ARM Holdings (U.K.) World Rank: 5 Industry: Semi-conductors Innovation
2. Coloplast (Denmark) World Rank: 12 Industry: Medical Equipment Innovation
3. Jerónimo Martins (Portugal) World Rank: 16 Industry: Food Retail Innovation
4. Pernod Ricard (France) World Rank: 20 Industry: Beverages Innovation
5. Essilor International (France) World Rank: 24 Industry: Medical Equipment Innovation
6. Beiersdorf (Germany) World Rank: 24 Industry: Household/Personal Care Innovation
7. Grifols (Spain) World Rank: 25 Industry: Pharmaceuticals Innovation
8. Diageo (U.K.) World Rank: 27 Industry: Beverages Innovation
9. Danone (France) World Rank: 29 Industry: Food Innovation
10. Dassault Systemes (France) World Rank: 31 Industry: Software Innovation
Ter uma empresa portuguesa no 3.º lugar do Ranking Europeu é muito positivo.
Este facto deve-nos deixar orgulhosos e deve ser motivador para trabalhar as áreas da inovação com relexão séria sobre os métodos, com o empenho e dedicação há inovação, sabendo que há formas de chegar ao topo. Devemos questionar como podemos implementar uma cultura de inovação e como definir os processos no sentido de contribuírem de forma inequívoca para a inovação de qualquer organização. Se a inovação estiver a funcionar bem, a empresa estará no bom caminho.
Espero que as empresas que acompanho, e muitas outras que fazem da inovação e da qualidade pilares fundamentais na sua sustentabilidade, tenham a arte e o engenho para implementar as ações necessárias para se tornarem empresas inovadoras de facto, pois esta forma de estar aumentará significativamente a probabilidade da empresa ter uma maior longevidade com a satisfação dos atores envolvidos.
No post O estado da Nação na Inovacao fala-se de algumas causas e propostas de ação. É fundamental focalizar os nossos esforços para tornar as nossas empresas melhores e perceber o que foi feito para esta empresa chegar ao patamar a que chegou, percebendo se podemos melhorar alguma coisa em cada uma das nossas empresas com a aprendizagem realizada. Com esforço e melhoria constante da organização, a consequência natural é surgir entre as melhores. Vamos trabalhar para que as nossas empresas possam melhorar o seu desempenho a diversos níveis.
É possível!
Basta Acreditar...
E não esquecer que Inovar Faz Bem!
2013-07-19
Fato invisível Anti-Tubarão para surfistas
A invisibilidade é um tema recorrente, misterioso e aliciante. Normalmente não está relacionada com situações de vida ou de morte. Já aqui falámos de casos de invisibilidade e da evolução que a tecnologia tem tido, como podemos ver em ser invisível como o Harry Potter. É provável que, mais tarde ou mais cedo, a ciência ultrapasse a magia, como tem acontecido em diversas áreas do saber.
Quando juntamos tubarões e surfistas, a visibilidade dos surfistas aos olhos dos tubarões já pode ser um caso de vida ou de morte. Na Austrália, encontram-se os locais com maior número de ataques de tubarão na costa. Como os surfistas são dos que mais tempo passam na água, a matemática diz-nos que existe uma maior probabilidade de estarem entre as vitimas. Desta forma, o desafio de diminuir o número de vitimas de ataques de tubarão, foi ganhando prioridade e tornou-se um objetivo da Universidade da Austrália Ocidental, que em parceria com a empresa SAMS (Sistemas de Mitigação de Ataques de Tubarões) olharam para o problema e têm trilhado um caminho que se espera que se reflita numa diminuição significativa dos ataques destes predadores aos surfistas. Já vimos o manto mágico da invisibilidade do Harry Potter, já vimos este manto da invisibilidade ser conseguido pela ciência e agora verifica-se a invisibilidade aos olhos dos tubarões, baseado, com certeza, em muita pesquisa e estudos para perceber o comportamento dos tubarões.
Uma forma diferente de ultrapassar o desafio. Há que dar razão ao "outro", que dizia: "o problema não é o problema! O problema é a forma como vemos o problema"!
Fica o vídeo com explicações adicionais e links para quem tiver curiosidade em saber mais:
Quando juntamos tubarões e surfistas, a visibilidade dos surfistas aos olhos dos tubarões já pode ser um caso de vida ou de morte. Na Austrália, encontram-se os locais com maior número de ataques de tubarão na costa. Como os surfistas são dos que mais tempo passam na água, a matemática diz-nos que existe uma maior probabilidade de estarem entre as vitimas. Desta forma, o desafio de diminuir o número de vitimas de ataques de tubarão, foi ganhando prioridade e tornou-se um objetivo da Universidade da Austrália Ocidental, que em parceria com a empresa SAMS (Sistemas de Mitigação de Ataques de Tubarões) olharam para o problema e têm trilhado um caminho que se espera que se reflita numa diminuição significativa dos ataques destes predadores aos surfistas. Já vimos o manto mágico da invisibilidade do Harry Potter, já vimos este manto da invisibilidade ser conseguido pela ciência e agora verifica-se a invisibilidade aos olhos dos tubarões, baseado, com certeza, em muita pesquisa e estudos para perceber o comportamento dos tubarões.
Uma forma diferente de ultrapassar o desafio. Há que dar razão ao "outro", que dizia: "o problema não é o problema! O problema é a forma como vemos o problema"!
Fica o vídeo com explicações adicionais e links para quem tiver curiosidade em saber mais:
2013-07-18
O estado da Nação: A Inovação
O Barómetro da Inovação da COTEC permite-nos acompanhar a nossa capacidade de inovar, nas suas diversas dimensões. Miguel Fernandes, da Everis, dá uma entrevista sobre o estado da Inovação em Portugal, com base nesse mesmo Barómetro da Inovação.
Fica registado um resumo da entrevista e a entrevista feita pelo Diário Económico.
* Portugal desceu no que respeita à envolvência institucional (eficácia estatal e impacto no trabalho e investimento, limitada pela conjuntura atual).
* O pilar de financiamento, foi um dos principais pilares onde perdemos este ano muito peso. (Dificuldades no acesso ao crédito).
* A Inovação é uma fonte de sobrevivência. Pode-se inovar fazendo algo novo, mas se não se fizer nada, vai-se com certeza perder quota de mercado, posicionamento de mercado,...
* O Inquérito do Potencial Científico e Tecnológico mostra que 60% das empresas têm de facto feito coisas novas, em termos organizacionais, nos processos e no marketing, inovando menos nos produtos.
* Portugal tem condições e recursos ao nível de outros países, mas tem um défice de resultados. Tem um problema de eficiência ao nível dos processos e de eficácia ao nível dos resultados. É considerado um "país cigarra", ou seja, tem as condições mas não transforma em valor todo o seu potencial.
* Portugal tem aumentado as exportações essencialmente ao nível de indústrias de baixa ou média intensidade tecnológica. Se aumentarmos as exportações ao nível das indústrias de média e alta tecnologia, conseguiremos estar, com certeza, mais bem posicionados.
* Às empresas portuguesas faltam alguns hábitos importantes, que são fundamentais para dar escala às empresas. A dimensão das nossas empresas é critica, quando se analisa à escala europeia europeu. As PME's portuguesas são microempresas na Europa.
* É preciso melhorar os nossos hábitos de:
# trabalho em rede
# cooperação
# vigilância tecnológica
# analisar tendências internacionais
# cooperação com as Universidades (aproveitando o I&D Académico)
* Captação e retenção de talentos (Portugal tem descido algumas posições neste indicador especifico, de forma consecutiva, ao longo dos últimos anos).
* As empresas deviam conhecer melhor os seus clientes (falar com pessoas do mesmo setor, estar presente em feiras internacionais com a análise de tendências, entre outros).
* Faltam muitos Sistemas de Gestão de Inovação às empresas portuguesas! Empresas dizem-se criativas e inovadoras, mas falta melhorar e implementar formas sistemáticas de trabalhar a Inovação.
* A cultura e liderança de inovação, complementada por métodos e critérios bem definidos, são essenciais para potenciar toda a capacidade criativa e transformá-la em valor.
Fica registado um resumo da entrevista e a entrevista feita pelo Diário Económico.
* Portugal desceu no que respeita à envolvência institucional (eficácia estatal e impacto no trabalho e investimento, limitada pela conjuntura atual).
* O pilar de financiamento, foi um dos principais pilares onde perdemos este ano muito peso. (Dificuldades no acesso ao crédito).
* A Inovação é uma fonte de sobrevivência. Pode-se inovar fazendo algo novo, mas se não se fizer nada, vai-se com certeza perder quota de mercado, posicionamento de mercado,...
* O Inquérito do Potencial Científico e Tecnológico mostra que 60% das empresas têm de facto feito coisas novas, em termos organizacionais, nos processos e no marketing, inovando menos nos produtos.
* Portugal tem condições e recursos ao nível de outros países, mas tem um défice de resultados. Tem um problema de eficiência ao nível dos processos e de eficácia ao nível dos resultados. É considerado um "país cigarra", ou seja, tem as condições mas não transforma em valor todo o seu potencial.
* Portugal tem aumentado as exportações essencialmente ao nível de indústrias de baixa ou média intensidade tecnológica. Se aumentarmos as exportações ao nível das indústrias de média e alta tecnologia, conseguiremos estar, com certeza, mais bem posicionados.
* Às empresas portuguesas faltam alguns hábitos importantes, que são fundamentais para dar escala às empresas. A dimensão das nossas empresas é critica, quando se analisa à escala europeia europeu. As PME's portuguesas são microempresas na Europa.
* É preciso melhorar os nossos hábitos de:
# trabalho em rede
# cooperação
# vigilância tecnológica
# analisar tendências internacionais
# cooperação com as Universidades (aproveitando o I&D Académico)
* Captação e retenção de talentos (Portugal tem descido algumas posições neste indicador especifico, de forma consecutiva, ao longo dos últimos anos).
* As empresas deviam conhecer melhor os seus clientes (falar com pessoas do mesmo setor, estar presente em feiras internacionais com a análise de tendências, entre outros).
* Faltam muitos Sistemas de Gestão de Inovação às empresas portuguesas! Empresas dizem-se criativas e inovadoras, mas falta melhorar e implementar formas sistemáticas de trabalhar a Inovação.
* A cultura e liderança de inovação, complementada por métodos e critérios bem definidos, são essenciais para potenciar toda a capacidade criativa e transformá-la em valor.
2013-06-28
Criatividade... Quem és? De onde vens?
Nem sempre é fácil ser criativo. Dá trabalho.
Nem sempre é fácil falar de criatividade. É um conceito tão abrangente que cabe quase tudo nele. No entanto, ao ler o artigo de Sara Balonas, no público, fiquei agradavelmente surpreendido com a aprazível leitura e leveza com que aborda o tema, bem como com a interessante informação sobre criatividade e a sua evolução. Ei-lo:
"Criatividade: modos de usar
"Criar é uma capacidade que está em qualquer um de nós. É só substituir uma folha de excel por uma página em branco."
Recentemente, o PÚBLICO perguntou a artistas plásticos, realizadores, escritores, publicitários, entre muitas pessoas talentosas, o que é a criatividade. Muitas respostas, todas diferentes. A ideia que fica é a dificuldade em encontrar uma definição que resuma tão complexa questão.
A verdade é que a criatividade pode ser uma boa pista para o nosso futuro colectivo. Mas, vamos por partes. Mergulhemos nas várias faces da criatividade.
Em certos casos, a criatividade é tão indissociável da prática que existem profissionais chamados “criativos”, como na Publicidade. Com passagem de atributo a substantivo, os criativos são uma classe profissional. O que fazem, em concreto, estes directores criativos, directores de arte, designers e redactores? Criam soluções para problemas apresentados pelos clientes. É-lhes exigido resolver com originalidade mas também com eficácia. A inovação, a imaginação e a originalidade são questões recorrentes. Não é por acaso que David Droga, um reconhecido criativo, desabafa: “não tenho medo da falha, tenho medo da repetição”.
Porém, a criatividade, tal como a conhecemos hoje, é uma ideia com pouco mais de um século. O significado actualmente atribuído à criatividade nada tem a ver o uso do termo nas civilizações ancestrais. Na Antiga Grécia, qualquer forma de arte, expressa na pintura ou na poesia, por exemplo, não era criação. Não existia sequer a palavra “criar” sendo o mais próximo o “fazer”. Na cultura ocidental, a noção de criatividade surge com o cristianismo mas relacionada com a divina inspiração e não como atributo do ser humano. A criatividade era competência de Deus. O indivíduo só foi reconhecido como capaz de criar no período da Renascença, porém, tal era tido como capacidade apenas reservada a “grandes homens” (Albert & Runco, 1999).
O conceito de criatividade desviou-se do carácter divino na Renascença, quando o acto criativo deixou de ser exclusivo de Deus. Mas terá sido um processo gradual que só se tornou evidente com o Iluminismo, relacionado com a imaginação. Tornou-se objecto de estudo isolado apenas nos finais do séc. XIX. Em 1926, Wallas dá um importante contributo para o conceito de criatividade: considerava-a parte do processo evolutivo, que permitia aos humanos adaptarem-se rapidamente a alterações de ambientes. Uma ideia a reter.
Hoje, o conceito de criatividade é multidimensional. Está ligado às artes e à literatura, às áreas científicas, aos meios de comunicação, ao mundo empresarial, às indústrias e até aos governos. Não raras vezes está relacionado com a capacidade de gerar respostas. Como dizia Steve Jobs, novas soluções trazem novos problemas. A diferença é que são novos.
Richard Florida (2002) dá outro tipo de pistas ao distinguir três tipos de criatividade: a criatividade tecnológica (invenção), a criatividade económica (empreendedorismo) e a criatividade cultural/artística. A economia criativa será o resultado das interacções entre tecnologia, arte e negócios (Hollanders & Cruysen, 2009).
Mas, o que é, afinal, a criatividade na sociedade actual? Certos autores convergem na ideia de que a criatividade ou a invenção "é ver o que todos viram e pensar o que ninguém pensou", como Einstein e Feynman. May (1975) referia-se à criatividade como o processo de trazer algo de novo, que estaria escondido e que aponta para novas vias.
Parece ser consensual é que é preciso muito mais do que inspiração. Quase tão complexo como o conceito de criatividade são as várias abordagens ao processo criativo. Um dos modelos incontornáveis foi apresentado por Wallas (1926), e propõe cinco etapas: preparação, incubação, intimação, iluminação ou insight e, finalmente, verificação. Neste processo, é comum recorrer ao brainstorming, uma técnica criativa exercida em grupo.
Contudo, tal por si só, não basta. É preciso desenvolver competências, com o pensamento bissociativo, a autonomia e a incubação (Swan & Birke, 2005). A criatividade envolve a bissociação: reunir diferentes perspectivas, habitualmente incompatíveis, sobre a mesma questão. Requer, ainda, um delicado equilíbrio entre a obediência e a desobediência. A pessoa criativa deve questionar e desobedecer a normas que sufocam o seu pensamento mas, ao mesmo tempo, quem desobedece enfrenta críticas e isolamento. Por conseguinte, há "regras sobre como quebrar as regras" (Cropley, 1999).
E a incubação? Contraria a imagem da ideia luminosa. É a terceira condição da criatividade e explica a forma como as empresas, nomeadamente, as agências de publicidade, gerem a criatividade. É o culminar de períodos de pensamento exaustivo e de esforço. Não quer dizer que o culminar não seja repentino mas a descoberta baseia-se no processo intelectual.
A acrescentar mais ao quadro, Daniel Pink (2005) defende que estamos a entrar numa era em que a criatividade está a ganhar importância. Numa era em que precisamos de alimentar e encorajar o lado direito do cérebro (da criatividade e da emoção) mais do que o lado esquerdo (do pensamento lógico e analítico).
Por fim, olhemos a criatividade como factor de inovação. A produção de novas soluções, como parte da resposta à encruzilhada da contemporaneidade, nomeadamente, os papéis em mutação nos vários actores da sociedade – Estado, empresas e sociedade civil.
Pertinentes as palavras de D. Manuel Clemente, quando refere que a marca distintiva dos portugueses é a sua “capacidade de resistência e a sua adaptação criativa, que só requer mais autoconfiança e acompanhamento público para ir por diante.” (PÚBLICO, 26 de Maio de 2013). Criemos, pois! Criar é uma capacidade que está em qualquer um de nós. É só substituir uma folha de excel por uma página em branco. E começar a praticar, inspirados por Einstein: “a criatividade é a inteligência a divertir-se”. Se tiverem dificuldade em começar, perguntem a um criativo.
A autora é investigadora na Universidade do Minho e directora da b+ comunicação"
Ver o artigo original em: Criatividade: modos de usar - PÚBLICO
2013-05-31
Mortos pelas suas invenções
Normalmente, os grandes "inventores" são conhecidos pelo reconhecimento de uma "invenção", ou de uma descoberta. É normal terem muitas horas de trabalho antes de uma descoberta. Nem sempre a descoberta vai ao encontro da finalidade inicial. Há vários casos de descobertas que são feitas por acaso, ou aproveitando resultados que não estavam previstos. Neste caso, pode-se ver sempre a questão pela abordagem que se quiser: Azar, não alcançamos os resultados pretendidos; ou espetáculo, não encontrámos o que andávamos à procura, mas fomos premiados com algo verdadeiramente surpreendente. É bom ter destas surpresas. Pessoalmente, gosto desta última abordagem. Aproveitar o que a vida nos dá, mesmo sabendo que apenas com muito trabalho poderá permitir ter esta sorte toda.
Há, no entanto, casos dramáticos na procura de "novos mundos". A revista sábado fez uma crónica interessante sobre inventores que foram mortos pelas suas invenções. Listo cinco dessas situações:
* Pára-Quedas: Em 1912, com apenas 33 anos, o austríaco Franz Reichelt não resistiu a um salto da Torre Eiffel quando experimentava um pára-quedas para pilotos se ejectarem, quando os aviões estivessem danificados. Ensaios anteriores tinham sido bem-sucedidos e por isso Reichelt quis testar a sua invenção.
* Aviões: O criador do primeiro avião de metal, Aurel Vlaicu, morreu ao tentar sobrevoar as montanhas dos Cárpatos, na Roménia. O inventor romeno criou a aeronave Vlaicu II, em forma de flecha, em 1913.
* Combóio: O inventor lituano Valerian Abakovsky fez o primeiro comboio de alta velocidade, chamado Aerowagon e impulsionado por uma hélice. Morreu no regresso a Moscovo, em 1928, depois de um ensaio que até tinha corrido bem. Outros cinco passageiros faleceram.
* Transfusões: Alexander Bogdanov começou a experimentar transfusões de sangue em 1924, esperando alcançar a vida eterna ou rejuvenescer. Depois de onze transfusões, a visão melhorou, mas uma última toma matou-o. O sangue era de um estudante que sofria de malária e tuberculose.
* Radio: É da autoria de Sabin Arnold von Sochocky a primeira pintura luminosa à base de radium. No iníco do século XX muita gente usava relógios e outros adereços marcados com radium para que se visse no escuro. Muita gente também morria contaminada com a mesma substância. Foi o que aconteceu com o seu inventor, que foi intoxicado.
Ler mais em: Sábado: mortos pelas suas invenções
Há, no entanto, casos dramáticos na procura de "novos mundos". A revista sábado fez uma crónica interessante sobre inventores que foram mortos pelas suas invenções. Listo cinco dessas situações:
* Pára-Quedas: Em 1912, com apenas 33 anos, o austríaco Franz Reichelt não resistiu a um salto da Torre Eiffel quando experimentava um pára-quedas para pilotos se ejectarem, quando os aviões estivessem danificados. Ensaios anteriores tinham sido bem-sucedidos e por isso Reichelt quis testar a sua invenção.
* Aviões: O criador do primeiro avião de metal, Aurel Vlaicu, morreu ao tentar sobrevoar as montanhas dos Cárpatos, na Roménia. O inventor romeno criou a aeronave Vlaicu II, em forma de flecha, em 1913.
* Combóio: O inventor lituano Valerian Abakovsky fez o primeiro comboio de alta velocidade, chamado Aerowagon e impulsionado por uma hélice. Morreu no regresso a Moscovo, em 1928, depois de um ensaio que até tinha corrido bem. Outros cinco passageiros faleceram.
* Transfusões: Alexander Bogdanov começou a experimentar transfusões de sangue em 1924, esperando alcançar a vida eterna ou rejuvenescer. Depois de onze transfusões, a visão melhorou, mas uma última toma matou-o. O sangue era de um estudante que sofria de malária e tuberculose.
* Radio: É da autoria de Sabin Arnold von Sochocky a primeira pintura luminosa à base de radium. No iníco do século XX muita gente usava relógios e outros adereços marcados com radium para que se visse no escuro. Muita gente também morria contaminada com a mesma substância. Foi o que aconteceu com o seu inventor, que foi intoxicado.
Ler mais em: Sábado: mortos pelas suas invenções
2013-05-30
Coca-Cola: A partilha!
Um dos valores que a Coca-cola frequentemente incorpora no seu material de comunicação é a partilha. Partilha de felicidade, partilha de alegria e boa disposição. Agora, também se pode partilhar a própria Coca-Cola:
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