Esta poderia ser uma forma de responder
à questão “porque devo patentear o meu trabalho?”
Pessoalmente gosto de acompanhar as
tendências do mercado informático, smartphones e afins não só por
serem áreas propensas à inovação mas porque o ritmo alucinante a
que sucedem as melhorias, surgem os desenvolvimentos e os produtos
são colocados no mercado permite observar num curto período de
tempo o que numa industria tradicional poderia demorar décadas a
acontecer. É quase como um “pequeno” grande laboratório de
aprendizagem.
Já alguma vez se perguntaram “Afinal
de contas neste smartphone que utilizo diariamente o que é que se
encontra patenteado?”
Um gesto que todos os proprietários de
smartphone já se habituaram a fazer é o famoso “Swipe to unlock”
para desbloquear o dispositivo. Pois bem, um gesto também pode ser
alvo de patente. O supremo tribunal de Londres acaba de dar razão à
HTC numa disputa que decorria com a Apple em que esta reivindicava
que a HTC estava a infringir a sua tecnologia e os seus direitos de
patente.
Com esta queixa a Apple pretendia
inviabilizar a venda dos dispositivos HTC no reino unido à
semelhança do que já havia feito nos US com a Samsung.
Sem me alongar muito nos detalhes das
inúmeras batalhas que tem sido travadas em tribunais um pouco por
todo o mundo ao longo de vários meses, e muito menos questionando
decisões de tribunais não posso deixar de considerar interessante a
estratégia da Apple.
A verdade é que nos dias de hoje não
é só o mercado quem dita as regras do jogo, os tribunais também
tem uma palavra a dizer, e uma patente pode muito bem valer um
mercado com a dimensão dos EU.
Eu tinha a certeza que havia um duende que, nas viagens de carro, pouco tempo depois de me entorpecer suavemente, saía do auto-rádio e passava-me a informação e as ideias que queria ver postas em prática. Não é apenas no carro, mas noutros locais em que o estado de hipnose ameaça aparecer. O mais incrível é que por vezes este duende parece brincar e faz com que a ideia fique muito próxima, sem a conseguirmos alcançar. É como quando se tem uma palavra debaixo da língua, mas não a conseguimos expressar. Outras vezes atira a ideia para longe, tornando-a inacessível. Afinal, pode não ser um duende. Provavelmente pode ser um génio o responsável por esta situação. Mas nada melhor do que ouvir a escritora e especialista em génios Elizabeth Gilbert para nos explicar como os génios criativos nos ajudam:
Uma patente consiste na obtenção de direitos exclusivos sobre invenções (soluções novas para problemas técnicos específicos).
Ou seja, é um contrato entre o Estado e o requerente através do qual este obtém um direito exclusivo de produzir e comercializar uma invenção, tendo como contrapartida a sua divulgação pública.
As invenções podem proteger-se através de duas modalidades de propriedade industrial:
Patentes;
Modelos de Utilidade. (é semelhante à patente, com procedimentos administrativos simplificados mas com algumas exclusões)
Podem obter-se patentes para quaisquer invenções em todos os domínios da tecnologia, quer se trate de produtos ou processos, bem como para os processos novos de obtenção de produtos, substâncias ou composições já conhecidos.
No caso dos modelos de utilidade, embora os requisitos de proteção sejam muito semelhantes, não é possível proteger invenções que incidam sobre matéria biológica ou sobre substâncias ou processos químicos ou farmacêuticos.
Se a patente ou o modelo de utilidade forem concedidos, passa o seu titular a deter um exclusivo que lhe confere o direito de impedir que terceiros, sem o seu consentimento, fabriquem artefactos ou produtos objeto de patente, apliquem os meios ou processos patenteados, importem ou explorem economicamente o produtos ou processos protegidos.
Mais um projeto fascinante em desenvolvimento pela Google e que em breve poderá ver a luz do dia.
A evolução tecnologica a que temos assistido nos ultimos anos tem revolucionado a forma como nos relacionamos com os outros, como nos comportamos e como fazemos negocios. O "Time to market" é cada vez mais reduzido e a expressao "if you can imagine it you can build it" nunca esteve tão presente como agora, parece simplesmente que nao existem limites ao que n]os enquanto humanos poderemos construir.
Pergunto-me se a humanidade estara preparada para o uso livre e responsável da tecnologia à medida que novos desenvolvimentos se vão acumulando ou se de alguma maneira surgira uma "censura tecnologica" a regular estes meios !?
As crises são sempre complicadas. São momentos que comportam
dificuldades, exigem sacrifícios e capacidade de resistência. O engenho e arte,
com uma pontinha de sorte também podem ser importantes. Agora, imaginemos um
cenário de crise de fim de guerra. Provavelmente seria mais complicado. Mesmo
assim, há quem consiga ultrapassar as crises. Sem ser, necessariamente, um extra-terrestre.
Um vendedor em dificuldades
Esta é a história de Komashio, um vendedor japonês
que, no final da 2.ª guerra mundial, se propôs vender produtos eletrónicos
japoneses na Europa. A conjuntura não era favorável, pois a perceção que
existia sobre os produtos japoneses na área da eletrónica era má. A função de
vendedor não era bem vista. A insistência dos vendedores fazia com que tivessem
uma imagem negativa. Para acrescentar dificuldades, o Japão era, ao lado da Alemanha
e da Itália, considerado um dos responsáveis pelo sofrimento e privações
existentes na época. Mas se a Europa estava mal, o Japão estava completamente
destroçado. Assim, Komashio andava de porta em porta a tentar mostrar as
virtudes dos seus produtos. Reza a história que em Hamburgo, numa loja de
pianos, depois de o proprietário lhe ter dito que a sua loja só vendia produtos
de qualidade e blá, blá, blá… que Komashio lhe propôs pagar para poder ter os
seus rádios expostos. O proprietário, deixou de ver qualquer motivo para não
expor os produtos na sua loja. Komashio sabia que se não vendesse aqui
produtos, teria que voltar ao seu país com a missão fracassada e com a honra
posta em causa. Komashio observou os transeuntes e verificou que os seus
aparelhos não captavam a atenção. Mas era natural. Ninguém conhecia aquela
marca e os rádios eram banais.
Arte e engenho
Pensou demoradamente sobre a forma como poderia dar a volta
à situação. O dinheiro que tinha, não dava para mandar cantar um cego, portanto
propaganda ou material de comunicação estavam fora de questão. Foi então que
avistou um grupo de estudantes que vinha em grande alarido pela rua. Se a
necessidade faz o engenho, este vendedor teve uma ideia engenhosa: resolveu
fazer uma demonstração dos seus aparelhos a esta trupe. Depois de expor as
virtudes dos seus rádios e da sua potência, perguntou-lhes se os aparelhos os
tinham agradado. Houve uns quantos que responderam que sim. Questionou se estariam
dispostos a promovê-los em troca de uma compensação, ao que responderam
afirmativamente, como seria de esperar. Já se sabe que a maioria dos estudantes
tem dificuldades financeiras pelo que um reforço na mesada é sempre bem-vindo,
seja depois da grande guerra, nos anos 80 ou atualmente. Komashio pediu-lhes que,
à vez, fossem à loja de pianos e pedissem para experimentar os rádios. Deviam
experimentá-los, tecer elogios à sua portabilidade e qualidade do som e
comprar. Depois deveria entrega-los a Komashio.
Sucesso
Claro que a atitude do proprietário da loja, quando
recebeu de novo Komashio, foi radicalmente diferente. Encomendou mais rádios pois
estava satisfeito com a recetividade aos aparelhos. Este método foi utilizado
para entrar em várias cidades da Alemanha e vários países da Europa. Hoje, esta
empresa é conhecida mundialmente e chama-se Sony.
Há uma questão que teima em não ser respondida de forma eficaz: Porque é que os carros elétricos, tendo tantas virtudes, não se conseguem impor?
Qualquer especialista na matéria, terá várias explicações para este facto. Entretanto, há algumas ações que estão a ser desenvolvidas, que poderão contribuir para a diminuição da importância da questão.
Eis uma notícia fabulosa, que pode ser a solução para muitos dos problemas dos transportes, mas não só. Já imaginaram conduzir numa auto-estrada que carrega os carros eléctricos? Brilhante! Magnífica! Disruptiva! Não sei se fica melhor classificada na Gaveta do Ovo de Colombo ou na Gaveta dos Ovos de Ouro. E pode ser ainda utilizada para outros fins. Tudo o que precise de baterias ou eletricidade.
Seria bom diminuir a nossa dependência das energias fósseis! Seria bom ter carros elétricos rapidamente. Já seria uma grande ajuda para o ambiente! Mas isso só vai acontecer, quando o conforto, custos e desempenho destas novas viaturas, se aproximarem dos veículos atuais.
Abaixo, os meus apontamentos saídos no Diário de Aveiro, suplemento de economia de 8 de Maio:
Vazio de Ideias ou a síndrome de John Lennon da Silva
“Se quiser mudar tudo, basta mudar a sua atitude.”
H. Jackson Brown
HÁ UNS DIAS, vi um vídeo do equivalente brasileiro “Achas que sabes dançar?” que me provocou reflexão intensa. Começou com a apresentação do candidato ao júri, constituído por gente famosa. O desdém esteve presente desde o início. O nome foi o 1.o rótulo para o potencial ídolo. John Lennon da Silva? “Onde é que já ouvi esse nome?” “Famoso, hein?”. Para ajudar, o guarda-roupa usado pelo John Lennon (JL) para a interpretação artística de um bailado como “A morte do Cisne” não incluía sapatos de ballet. O júri acaba por lhe explicar, paternalmente, o que é a peça, quem e como interpreta. JL, humilde, faz a sua interpretação da peça e emociona o júri! Chega ao ponto de provocar o choro num dos duros júris! Neste caso, o potencial artista foi visto, porque é obrigação do júri. Caso contrário, acredito que nem tivesse oportunidade para apresentar a sua interpretação da peça. Este é um dos motivos porque é importante um sistema de gestão de ideias e oportunidades. Para nos obrigar a ouvir…! A escutar! Assim, o que pode parecer uma ideia descabida numa primeira análise, pode revelar-se uma ideia meritória. Podemos evoluir de: Não há ideias nesta desgraçada empresa! para “Tantas ideias! Tantos projetos! E agora?” Por vezes há quem se questione sobre a existência de ideias na organização. Se há um vazio de ideias na organização, é porque a organização não está disponível para as ouvir. A falta de ideias na organização é um sintoma de uma organização com problemas. Como dizia o poeta, “todo o mundo é composto de mudança”. As organizações também. Exceções? Não conheço exceções cujo destino tenha sido positivo. Mas aceito de bom grado exemplos que me contrariem. Elas andam por aí
Existem ideias a pulular por todo o lado. Quantas vezes pensamos: “se fosse eu que mandasse…”. “O que é que farias se mandasses? Sim, tu! Diz-me o que farias se mandasses! Estou mesmo interessado!” Muitas vezes esta postura está no âmbito do imaginário. A resposta é um grunhido tipo “idiota”. Quando não surge um audível “Eis o Miguel Ângelo da Inovação”. Claro que é uma sorte quando não aparece alguém a gritar“quem foi o idiota? Onde está o Steve Jobs da Baixa da Banheira?”. Alguns, ficam caladinhos no seu canto. Outros, sorriem sarcasticamente. Uns quantos,
ficam tristes e solidários. O dono da ideia espera que ninguém se aperceba que foi ele que sugeriu aquela solução. Criou-se aqui um fosso comunicacional em que a vontade de partilhar ideias com
quem quer que seja vai por água abaixo. Mesmo os que teriam soluções para sugerir ficam sossegadinhos, com a sua análise muito própria ao sucedido, mas com uma vontade imensa de não ser apanhado naquela situação. “Ser humilhado assim? Nah! Não me apanham nesta situação!” Mesmo que tivesse a ideia do século duvido que, depois da situação descrita, a partilhasse. Já imaginaram se, quando alguém deu a ideia para deixar de ter embalagens de papelão nos pneus alguém dissesse “Oh! Houve algum idiota que teve uma ideia dessas?” Provavelmente, ainda hoje se venderiam pneus em embalagens de papel. Ouvir… OUVIR!
Há vários fatores que são necessários para que as ideias surjam. Um dos fatores importantes é a disponibilidade para ouvir ideias sem preconceitos. Voltando a quem não encontra ideias na sua
organização, diria apenas para ouvir. Não é fácil, mas ouçamos atentamente o que Hemingway dizia: “Gosto de ouvir. Aprendi muita coisa por ouvir cuidadosamente. A maioria das pessoas
jamais ouve.”
Ouviram? Agora, vejamos se conseguimos por em prática!
Um estudo publicado na revista “Current Directions in Psychological Science”, diz-nos que as crianças aprendem medos cedo e rapidamente.
Para o estudo, os investigadores mostraram dois vídeos simultaneamente a crianças com apenas sete meses. Um vídeo mostrava uma cobra e algo não-ameaçador, como um elefante. Ao mesmo tempo, as crianças ouviram uma gravação de uma voz feliz ou com medo.
Verificaram que os bebés passaram mais tempo a prestar atenção ao vídeo da cobra quando ouviam a voz com medo, mas não mostraram sinais de receio. Noutra experiência, foi mostrado a crianças de três anos uma tela com nove fotografias e foi-lhes pedido que seleccionassem uma delas.
As crianças identificaram as serpentes mais rapidamente do que as flores e muito mais rápido do que outros animais que se assemelham a cobras, como sapos e lagartos. As crianças que temiam as cobras identificavam-nas tão rapidamente como as crianças que não tinha esse medo.
“O que sugerimos é que temos preconceitos para detetar coisas como cobras e aranhas de forma rápida e para relacioná-las com coisas que são repugnantes ou más, como uma voz assustada", comentou, numa nota enviada à imprensa, a investigadora Vanessa LoBue, da Rutgers University, nos EUA.
Segundo a especialista, estudos anteriores mostraram que os adultos reconhecem rapidamente a diferença entre as criaturas assustadoras e as que não são tão ameaçadoras. O novo estudo confirmou que as crianças fazem o mesmo, mas é uma resposta aprendida e não inata.
Rudyard Kipling, mestre de contos curtos e prémio Nobel, dizia: "Tenho seis regras que me ensinaram tudo o que sei: O quê?, Porquê?, Quando?, Como?, Onde?, e Quem?". Mr. Kipling, se me permite, atrevo-me a acrescentar o "Quanto?" para tornar ainda mais efetiva as suas regras. É que o número 7 é místico e esta regra completa perfeitamente as suas. Outro colega seu, diz algo que deve ser motivo de reflexão, e que pode complementar as suas regras: "A regra de ouro é que não há regras de ouro.". Esse seu colega foi o igualmente ilustre George Bernard Shaw. Agrada-me!
Ontem foi dia de encontro com a educação. Foi dia de encontro da educação com o empreendedorismo. Grandes oradores e um tema que quanto mais cedo for incorporado no DNA das comunidades e das suas estruturas, mais cedo apresentará resultados importantes. A mudança cultural exigida para uma sociedade mais empreendedora, exige sangue suor e lágrimas, como diria Churchill. Exige ainda outras caraterísticas fundamentais e que contrariam a tendência dos valores atualmente estabelecidos, como por exemplo a aversão ao fracasso. Thomas Edison, inventor conhecido por ter criado a lâmpada (símbolo amplamente usado para a identificação de uma ideia) e por ter um enorme conjunto de patentes, quando questionado se tinha falhado cerca de 2000 vezes antes de criar a lâmpada, respondeu que tinha sido um processo de desenvolvimento com 2000 etapas.
Agora, é tempo de passar à ação, e o município da Mealhada já o está a fazer com um projeto de ensino de empreendedorismo na escola, em colaboração com uma organização (Junior Achievement) que ensina a empreender.
Ao final do dia, e depois de ouvir pessoas de referência na área, vi consolidada a convicção que o empreendedorismo e a capacidade de transformar ideias em inovação depende muito mais das pessoas e das atitudes que têm perante a vida do que qualquer outro fator.
Para isso, temos que pensar se queremos, enquanto comunidade, enquanto nação, fazer a transição exigida, e que pode ser resumida no quadro do Professor Ernani Lopes:
O exemplo apresentado pela organização, a empresa Materialab, mostrou-nos uma empresa com reconhecimento nacional e internacional, em que Carla Matos, a responsável pela empresa, demonstrou preocupações sociais e disponibilidade para avançar com alguns projetos nesta área louváveis. Que haja mais exemplos deste calibre e que haja o bom senso e a justiça de os destacar, promovendo-os como inspiradores para outros potenciais empreendedores.
Que estes projetos do município da Mealhada sejam profícuos nos resultados, permitindo ter um concelho melhor, uma região melhor e um pais melhor.
As a name, “HR” has one thing going for it: It’s better than “Personnel.”
I want a new title!
How about Talent Department?
How about Center of Talent Excellence?
How about Seriously Cool People Who Recruit and Develop ...Seriously Cool People?
Words matter!
TomPeters
Claro que importam! As palavras são importantes!
Gosto de Direção de Talentos! Talvez também Direção de Génios! Ou ainda Coordenação de Competências! Gestão de Mentes Maravilha! Sem esquecer a equipa e trabalho em conjunto: 1+1=100; ou Direção da Felicidade! Agrada-me este último. Se os colaboradores estiverem felizes, aumenta o nível de felicidade dos clientes. O que provavelmente se traduzirá em cash, o que fomenta a felicidade dos acionistas. Será tão simples assim?
Dificilmente me lembraria de algas para aquecer a casa. Mais, dificilmente me lembraria desta funcionalidade com base em descargas de autoclismo. O processo de tratamento das águas residuais por algas é mais evidente. Mas neste caso, as algas aparecem com dupla função: aquecer a casa via descargas de autoclismo e tratamento de águas. Será uma solução de futuro? Deverá ser uma solução a analisar pelos arquitetos, sempre que estão a conceber uma habitação? Contribuirá para a autonomia energética de uma habitação? Vamos esperar para ver como irá evoluir. OriginOil: aqueça a casa ao puxar o autoclismo | Green Savers:
Todos nós temos medo de alguma coisa. Não ter medo é do foro patológico e deverá ser alvo de análise clínica. Esse medo é muitas vezes, resultado de pré conceitos e da forma como nos moldam na infância, ou da forma como nos marcaram certos momentos na vida. Quando falamos de inovação, falamos de medos ou receios, dependendo do nosso estado de espírito, de ansiedade, comodismo, preconceitos e de empatia. É natural ter medo. Mas o esperado é ultrapassar os nossos medos. Há quem diga que esse é o verdadeiro significado de coragem! Claro que é muito mais fácil falar do que pôr em prática. Pôr em prática exige esforço e disciplina. Depois de ver o filme, é claro para mim qual seria a minha atuação. Academicamente falando! Porque na prática, e confrontado com uma situação destas, não faço ideia de como reagiria.
É caso para dizer: Arrisca miúdo! Vale a pena!
Ou como diria o poeta:"Tudo vale a pena, quando a alma não é pequena!
Das crianças, diz-se que são os mais criativos, a quem pretende alargar os seus horizontes, obter novas perspectivas e estimular a sua própria imaginação e criatividade recomenda-se o convívio regular com elas. Este pequeno vídeo foi feito a pensar nas crianças, mas podia muito bem ser direcionado as empresas/organizações que pretendem desenvolver uma cultura de inovação. A mensagem é extremamente simples e eficaz; A partilha de ideias e o recurso a equipas multidisciplinares gera novas e melhoradas ideias. Mantendo o espírito aberto e explorando novos contributos é possível criar algo ainda melhor do que originalmente planeado.
Reverse usual focus: Spend a day working on "things gone right"--make 'em even "more right."
Quantas vezes nos concentramos na melhoria dos nossos pontos fracos? O que será mais importante? Tornar menos fracos os pontos fracos ou tornar mais fortes os pontos fortes?