2012-04-24

seis regras de ouro?



Rudyard Kipling, mestre de contos curtos e prémio Nobel, dizia: "Tenho seis regras que me ensinaram tudo o que sei: O quê?, Porquê?, Quando?, Como?, Onde?, e Quem?". Mr. Kipling, se me permite, atrevo-me a acrescentar o "Quanto?" para tornar ainda mais efetiva as suas regras. É que o número 7 é místico e esta regra completa perfeitamente as suas.
Outro colega seu, diz algo que deve ser motivo de reflexão, e que pode complementar as suas regras: "A regra de ouro é que não há regras de ouro.". Esse seu colega foi o igualmente ilustre George Bernard Shaw. Agrada-me!

2012-04-22

4.º Encontro com a Educação - Inovação e Empreendedorismo

Ontem foi dia de encontro com a educação. Foi dia de encontro da educação com o empreendedorismo. Grandes oradores e um tema que quanto mais cedo for incorporado no DNA das comunidades e das suas estruturas, mais cedo apresentará resultados importantes. A mudança cultural exigida para uma sociedade mais empreendedora, exige sangue suor e lágrimas, como diria Churchill. Exige ainda outras caraterísticas fundamentais e que contrariam a tendência dos valores atualmente estabelecidos, como por exemplo a aversão ao fracasso. Thomas Edison, inventor conhecido por ter criado a lâmpada (símbolo amplamente usado para a identificação de uma ideia) e por ter um enorme conjunto de patentes, quando questionado se tinha falhado cerca de 2000 vezes antes de criar a lâmpada, respondeu que tinha sido um processo de desenvolvimento com 2000 etapas.
Agora, é tempo de passar à ação, e o município da Mealhada já o está a fazer com um projeto de ensino de empreendedorismo na escola, em colaboração com uma organização (Junior Achievement) que ensina a empreender.
Ao final do dia, e depois de ouvir pessoas de referência na área, vi consolidada a convicção que o empreendedorismo e a capacidade de transformar ideias em inovação depende muito mais das pessoas e das atitudes que têm perante a vida do que qualquer outro fator.
Para isso, temos que pensar se queremos, enquanto comunidade, enquanto nação, fazer a transição exigida, e que pode ser resumida no quadro do Professor Ernani Lopes:

O exemplo apresentado pela organização, a empresa Materialab, mostrou-nos uma empresa com reconhecimento nacional e internacional, em que Carla Matos, a responsável pela empresa, demonstrou preocupações sociais e disponibilidade para avançar com alguns projetos nesta área louváveis. Que haja mais exemplos deste calibre e que haja o bom senso e a justiça de os destacar, promovendo-os como inspiradores para outros potenciais empreendedores.

Que estes projetos do município da Mealhada sejam profícuos nos resultados, permitindo ter um concelho melhor, uma região melhor e um pais melhor. 

2012-04-19

Recursos Humanos: as palavras contam!


As a name, “HR” has one thing going for it: It’s better than “Personnel.”
I want a new title!
How about Talent Department?
How about Center of Talent Excellence?
How about Seriously Cool People Who Recruit and Develop ...Seriously Cool People?
Words matter!
Tom Peters
Claro que importam! As palavras são importantes!
Gosto de Direção de Talentos! Talvez também Direção de Génios! Ou ainda Coordenação de Competências! Gestão de Mentes Maravilha! Sem esquecer a equipa e trabalho em conjunto: 1+1=100; ou Direção da Felicidade! Agrada-me este último. Se os colaboradores estiverem felizes, aumenta o nível de felicidade dos clientes. O que provavelmente se traduzirá em cash, o que fomenta a felicidade dos acionistas. Será tão simples assim?

2012-04-18

algas fomentam sustentabilidade

OriginOil: aqueça a casa ao puxar o autoclismo
Dificilmente me lembraria de algas para aquecer a casa. Mais, dificilmente me lembraria desta funcionalidade com base em descargas de autoclismo. O processo de tratamento das águas residuais por algas é mais evidente. Mas neste caso, as algas aparecem com dupla função: aquecer a casa via descargas de autoclismo e tratamento de águas. Será uma solução de futuro? Deverá ser uma solução a analisar pelos arquitetos, sempre que estão a conceber uma habitação? Contribuirá para a autonomia energética de uma habitação? Vamos esperar para ver como irá evoluir.
OriginOil: aqueça a casa ao puxar o autoclismo | Green Savers:

2012-04-10

medo não, receio! ou preconceito?


Todos nós temos medo de alguma coisa. Não ter medo é do foro patológico e deverá ser alvo de análise clínica. Esse medo é muitas vezes, resultado de pré conceitos e da forma como nos moldam na infância, ou da forma como nos marcaram certos momentos na vida. Quando falamos de inovação, falamos de medos ou receios, dependendo do nosso estado de espírito, de ansiedade, comodismo, preconceitos e de empatia. É natural ter medo. Mas o esperado é ultrapassar os nossos medos. Há quem diga que esse é o verdadeiro significado de coragem! Claro que é muito mais fácil falar do que pôr em prática. Pôr em prática exige esforço e disciplina. Depois de ver o filme, é claro para mim qual seria a minha atuação. Academicamente falando! Porque na prática, e confrontado com uma situação destas, não faço ideia de como reagiria.



É caso para dizer: Arrisca miúdo! Vale a pena!
Ou como diria o poeta: "Tudo vale a pena, quando a alma não é pequena!

2012-04-03

Partilhando, crescemos!



Das crianças, diz-se que são os mais criativos, a quem pretende alargar os seus horizontes, obter novas perspectivas e estimular a sua própria imaginação e criatividade recomenda-se o convívio regular com elas.
Este pequeno vídeo foi feito a pensar nas crianças, mas podia muito bem ser direcionado as empresas/organizações que pretendem desenvolver uma cultura de inovação. A mensagem é extremamente simples e eficaz;
A partilha de ideias e o recurso a equipas multidisciplinares gera novas e melhoradas ideias. Mantendo o espírito aberto e explorando novos contributos é possível criar algo ainda melhor do que originalmente planeado.

2012-03-16

citações: Tom Peters

Reverse usual focus: 
Spend a day working on "things gone right"--make 'em even "more right."


Quantas vezes nos concentramos na melhoria dos nossos pontos fracos? O que será mais importante? Tornar menos fracos os pontos fracos ou tornar mais fortes os pontos fortes?

2012-03-13

Ana Bernardes: o chocolate das organizações!



A que sabe o chocolate? Chocolate: o talento nas organizações + Ana Bernardes!

A Ana Bernardes teve um papel fundamental na organização do seminário "A que sabe o chocolate?". Depois de a ter como formadora numa magnífica formação de Gestão das Emoções, tive o gosto de a ouvir falar sobre talentos nas organizações, e sobre as ferramentas que estão disponíveis para nos ajudar num desafio hercúleo: a gestão de pessoas. Toda a apresentação foi interessantíssima, mas a história que ficou está relacionada com a inspiração do seminário: a Sachertorte.
Na sua estadia na Aústria, enquanto colaboradora de uma empresa de recursos humanos, a Ana ganhou uma afeição especial por este doce. Porquê? Sempre que conseguiam cumprir com objetivos ou obter resultados interessantes, era colocado um destes Sachertorte na secretária do visado. Esta situação tinha um simbolismo próprio. Significava reconhecimento pelo trabalho feito; significava feedback positivo; significava motivação para projetos futuros; significava atenção ao trabalho realizado. Tudo isto sem a troca de qualquer palavra. O que é absolutamente fabuloso. Demonstra que há formas simples de comunicar e que o reconhecimento é fundamental e tem várias formas.


A Ana ainda nos presenteou com uma frase que devia ser alvo de reflexão


"Identificar o potencial obriga a ver para além do óbvio! O conceito de potencial depende de organização para organização, mas está sempre associado a novos desafios."
Ana Bernardes



2012-03-12

Susana Serrano: talentos dentro de portas!



A que sabe o chocolate? Chocolate: o talento nas organizações + Susana Serrano!

No seminário "A que sabe o chocolate?" foi apresentado um caso interessante da importância da gestão de pessoas na empresa Aquinos, decorrente de um projeto de Lean Management. Susana Serrano deliciou os participantes com a sua apresentação. Fiquei com duas pequenas histórias retidas, pois estão relacionadas com oportunidades que existem e, que muitas vezes, não são aproveitadas:

  • Sabendo que havia um operador de máquina que estava a tirar um curso superior na Universidade de Coimbra, foi feito o convite para abraçar um desafio diferente que lhe permitisse complementar a sua formação com as funções na empresa. Depois de uns dias na função, veio declinar a oportunidade, dizendo que era melhor trabalhar das 6h00 às 14h00. Não conseguia deixar de pensar nos problemas da empresa desde que tinha iniciado estas funções, e não queria isso para a sua vida. Claro que a sua decisão foi aceite...
  • Um dos elementos do projeto, com funções de inspetor da qualidade, sem formação superior e com experiência de casa, demonstrou muita dinâmica, levando os problemas para casa, pois tinha que exercer as suas tarefas "normais" na empresa. Era habitual aparecer com propostas de soluções ou protótipos feitos por ele nas suas horas livres, o que apresentava com entusiasmo aos colegas. No momento do seminário, era coordenador de um programa de melhoria da empresa e já coordenava 3 pessoas neste novo desafio.
É bom ver este último exemplo e perceber que há organizações que estão atentas aos talentos que têm perto de si.

2012-03-08

Sandro Alves recebe Prémio Pulido Valente Ciência 2011



O cientista Sandro Alves recebe Prémio Pulido Valente Ciência 2011: um prémio para alguém que, desde cedo, demonstrou um carinho e dedicação enorme à ciência. O Sandro é alguém que, desde novo, sempre esteve disponível para ajudar todos os que o têm rodeado. Sempre com grandes capacidades de sociabilização, contraria o arquétipo de rato de laboratório. Fez parte de escolas de samba, de tunas académicas e encontrei-o algumas vezes a usufruir dos tempos de estudante. Esta é apenas mais uma forma que encontrou de ajudar as pessoas, com o que sempre demonstrou ser a sua grande paixão, a ânsia por saber mais. Tendo eu informações privilegiadas sobre o seu comportamento na secundária, não me admira que tenha obtido este prémio e outros que têm marcado a sua vida.
Prova a nobreza do seu caráter ao doar o seu prémio para instituições da sua Mealhada, permitindo comprar 4 cadeiras de rodas para quem necessita.
Bem haja Sandro Alves! Que a vida te permita alcançar os teus objetivos!
Abraço!

Público: Sandro Alves: um investigador em Paris a desbravar caminho na neurociência

2012-03-04

João Magalhães: o número mágico para o sucesso!

A experiência medida em horas de voo
A que sabe o chocolate? Chocolate: o talento nas organizações + João Magalhães!

O João Magalhães, por enquanto, não é tão mediático como o João Garcia. Mas é igualmente um excelente comunicador, como se pode confirmar pelo seu desempenho no TEDx de Aveiro de 2011: http://www.youtube.com/watch?v=qPUZf5EIYEM.


Sempre que existe a oportunidade de assistir a uma das suas apresentações, em diferentes contextos, aprendo algo. No seminário do chocolate veio falar de talento e de liderança. Um dos temas que abordou foi o talento. Fiquei a processar esse dia, um número mágico. A saber: 10.000!  Sim, 10.000 horas! 10.000 horas de prática apaixonada para se tornar um mestre de qualquer assunto. Isto acarreta boas notícias e más notícias:
As boas primeiro: O talento depende essencialmente do treino, da prática! Assim, e tirando os casos de limitações físicas (começar aos 40 anos a treinar para ser campeão olímpico dos 100m é, provavelmente, um objetivo discutível), podemos dizer o mesmo que Obama disse "Yes, we can"
As más notícias são que o dom com que nascemos, não chega. Podemos ser génios, podemos ter um dom, mas se não o trabalharmos, dificilmente teremos sucesso. Mas se formos apaixonados pelo tema, é aliciante ter que trabalhar 10.000 horas em determinada atividade!
Um estudo realizado nos EUA concluiu que a maioria das pessoas de sucesso, tem o QI semelhante ao resto da população. Para saber mais sobre este número mágico associado ao talento, podemos ler:

2012-03-03

João Garcia: alpinismo, necessidade e engenho




A que sabe o chocolate? Chocolate: o talento nas organizações + João Garcia!

Com temáticas interessantes e atuais, tive a oportunidade de ouvir o alpinista João Garcia. Tem uma história de vida completamente fascinante. Digna de um filme. O que conto aqui, contado pelo João Garcia na primeira pessoa, é muito mais emocionante. Temos à nossa frente o homem que viveu as situações e ultrapassou os obstáculos. É uma oportunidade extraordinária poder escutar alguém com esta experiência de vida. Parecia estar a reviver leituras de aventureiros que exploravam muito do mundo desconhecido, em diferentes épocas da história. 

O João Garcia percebeu, desde cedo, que seria um aventureiro.  O apelo pela aventura já era grande, aos quinze anos, e mantém-se. Começou com uma viagem de bicicleta de 4 dias à Serra da Estrela, e continua com projetos interessantes para o futuro. Pratica um desporto em que os limites são experimentados frequentemente. A integridade física e a própria vida podem ser postas em causa, como consequência de menor preparação ou falta de planeamento (entre outros fatores). Desde cedo que identificou a sua criatividade e capacidade de pôr essa criatividade em prática. 

Uma das várias histórias que partilhou connosco e que me fascinou, resultou da sua necessidade de aproveitar os media financiar as suas aventuras. O primeiro contato direto e intenso com a imprensa, resultou do seu falhanço na escalada do monte Everest, em 1999. Foi o catapultar do seu mediatismo, embora pelas piores razões. Todas as vezes que tivera sucesso não tinham atraído a imprensa. Agora que falhara, que havia drama e sangue, a imprensa apareceu e não o largou. Depois de resolver esse problema consigo próprio, e encurtando o percurso de alguns anos a algumas linhas, resolveu o problema da imprensa consigo próprio. A imprensa é importante para o atingir os patrocínios que são importantes para atingir os seus objetivos.

A inovação 
Depois de obter o patrocínio de um banco, precisava de manter a "chama do interesse" da imprensa acesa. Mas o facto de ir alcançando os cumes a que se tinha proposto, fez com que a vitória, o alcance do cume, deixasse de ser motivo de notícia, passando a ser rotina. Como o próprio citou, "Good news, no news". João Garcia apercebeu-se que tinha que fazer alguma coisa. Uma das situações, passava por levar uma câmara de filmar durante o processo de subida ao cume. Assim, as imagens seriam disponibilizadas muito mais rapidamente e não teria alguns dos problemas de recuperação por que passou, quando teve a necessidade de passar rapidamente as imagens para a imprensa. Mas o material de filmagem era muito pesado. Conta que falou com algumas pessoas e abordou a FEUP para o desenvolvimento de material que poderia ter um peso máximo de 200g, de forma a não interferir com o seu desempenho, desafio que foi rapidamente aceite e alcançado. Consegui-se passar da necessidade de utilização de equipamento pesado, para a utilização de equipamento leve, que permitia o envio de imagens do cume para o acampamento base, de forma a que o jornalista editasse as imagens e pudesse fazer o "direto", respondendo ao mediatismo que a sociedade atual exige, e assegurando a maior satisfação dos patrocinadores.

2012-03-01

Casa Modular Eco-Sustentável!


A inovação está presente até nas áreas mais tradicionais. Mesmo em tempo de crise, a Cool Haven apresenta uma casa modular, com grande versatilidade e tempos de construção reduzidos, tendo sempre a preocupação de assegurar o conceito de sustentabilidade em todas as soluções apresentadas. O conceito foi desenvolvido pela Cool Haven, em parceria com a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra.
Ver mais em:
Vem aí a ‘casa de Lego’ para adultos!
www.coolhaven.pt

Fica também um filme promocional da Casa Modular Eco-Sustentável:

2012-02-09

Innovation Union Socoreboard 2011

Já está disponivel o relatório da Comissão Europeia, Innovation Union Socoreboard 2011, que tem por objectivo ajudar a monitorizar o estado da inovação na UE .
Com base na sua performance de inovação média, os estados-membros são divididos em quatro grupos de desempenho:
- Innovation Leader
- Innovation followers
- Moderate innovators
- Modest innovators
Portugal encontra-se em segundo lugar no grupo dos chamados "Moderate innovators".

Para consultar o relatório na integra clique aqui.

2012-02-01

vinho sem alergias



Ser alérgico já não é desculpa: Uma metodologia de produção de vinho branco, desenvolvida na Universidade de Aveiro, vai permitir que seja produzido sem a adição de sulfitos, o que vai permitir que pessoas alérgicas "ao vinho", possam beber o vinho sem que este tipo de problemas se manifeste.

O vinho, como é sabido tem uma história rica em inovação, seja ao nível de processo, do próprio vinho, ou de marketing. Também é claro para todos que o vinho e todas as atividades complementares têm um papel importante na economia não só da região, mas do país. Somos um país vinhateiro e, desde os anos 80 do século XX, tem havido grandes evoluções, associado a um aumento significativo dos enólogos, e com posicionamentos trabalhados ao nível das marcas/quintas/produtores.


Há exemplos desta evolução do setor que são imediatos: lembro-me de ter estado há algum tempo a ouvir a Filipa Pato descrever a forma como chegou ao "Charmoso". Um vinho espumoso e a sua tentativa de afastar o seu vinho do conceito de espumante, conceito este associado a vinhos fracos. Assim, trabalhou uma marca, o "Charmoso", e tudo o que está à sua volta: comunicação, imagem e design, entre outros.
Também foi com agrado que as visitei o Aliança Underground Museum, visita esta que terminou com um jantar com leitão e espumante, e que constatei que há um aproveitamento das tradicionais Caves para possibilitar um museu "Vivo", i.e. um museu em que é possível estar a visitar e ver as pessoas a trabalhar, sem que haja cruzamento entre as partes, não criando obstáculos à operacionalidade exigida pela produção. A acrescentar, permite-nos o acesso a uma exposição de pintura, o que faz aumentar a percepção de que estamos mais num museu e menos numas caves cuja finalidade principal é produzir. Acaba por dar algum romantismo às caves, e as pessoas que lá trabalham são atores de um documentário em tempo real.

Poderíamos dar mais exemplos, como o conceito da Quinta do Encontro, ou a marca promocional 4 Maravilhas da Mesa da Mealhada muito bem conseguida e que é um selo de qualidade com um reconhecimento abrangente. Poderíamos falar de muitas outras situações que provam o espirito empreendedor associado ao setor vitivinícola.

Mas vamos falar apenas deste caso específico, de alteração do método de produção, com consequentes alterações às caraterísticas do vinho, sem alteração da sua qualidade. Este método simples como o "Ovo de Colombo" o foi,  pode vir a ser responsável por uma alteração significativa no vinho tal como o conhecemos, embora subtil para o apreciador/consumidor. Este método tem ainda a vantagem de manter os custos de produção praticamente iguais aos atuais. Já foi objeto de patente e continuam os testes, prevendo-se que ainda este ano possa já ser utilizado nalgumas provas de vinho, mas que, durante o próximo ano, possa ser utilizado de forma massiva:
Alérgicos já podem beber vinho sem problemas!:
Método português permite fazer vinho branco sem sulfitos!

Há sempre quem desconfie que estamos no limiar da capacidade para inovar! Mas há sempre quem nos prova que cada limiar definido, o é apenas enquanto não aparece um novo limiar.
E agora, o que nos reservará o futuro dos vinhos?

2012-01-31

O carro que dobra

O Hiriko, um carro elétrico de dois lugares, que dobra, foi apresentado no passado dia 24 de Janeiro à Comissão Europeia.

Espanha vai começar a produzir o carro no próximo ano. O carro tem aproximadamente o mesmo tamanho que um Smart, mas pode encolher-se e ficar ainda menor quando estacionado.
O Hiriko, que significa "carro urbano" em basco, é uma criação de pesquisadores do MIT Media Lab, e é projetado para atender às necessidades dos cada vez mais congestionados estacionamentos nos centros urbanos.

Espanha planeia produzir os veículos e alugá-los aos moradores. O preço de venda estimado do veículo é de cerca de 16.350 dólares.






2012-01-22

Lista de Smart Cities on the planet!


Boyd Cohen tem estudado as chamadas Smart Cities. Um tema atual, com potencial mediático e que nos faz parar para ver do que se trata e tentar perceber se a nossa cidade também se poderá enquadrar nas ditas Smart Cities. Segundo o próprio, não é fácil definir o conceito de "Smart Cities".  Encontrou uma definição própria, que o deixa mais satisfeito do que a tradicional definição. Assim, Smart Cities são cidades que utilizam as tecnologias de informação e comunicação para aumentar a eficiência e uso inteligente dos seus recursos, tendo como resultado a redução de custos e energia, melhoria do desempenho na prestação de serviços aos cidadãos e melhoria da qualidade de vida, assegurando simultaneamente, uma redução da pegada ecológica. 
A sustentabilidade destas cidades deverá ser assim baseada na inovação e nas boas práticas ambientais.


A partir de um conjunto de estudos sobre ambiente, qualidade de vida, inovação e outros, fez um ranking global das smart cities. Ficam listadas as cidades que compõem esse classificação:


10.ª - Barcelona;
9.ª - Hong-Kong
8.ª - Copenhaga;
7.ª - Berlin;
6.ª - Tokio;
5.ª - Londres; 
4.ª - Nova Iorque;
3.ª - Paris;
2.ª - Toronto;


A primeira cidade do ranking surpreendeu o autor, não só pela sua discrição, mas também por ter sido a única cidade a obter uma classificação no top 10 em todos os fatores avaliados. Não será menos importante a definição de um conjunto de programas de melhoria de médio/longo prazo que envolvem toda a sociedade.


Esta cidade é VIENA.